Cotidiano

Governo diz que greve pode atrasar conclusão de obras, entre elas da MS-040

  A greve dos caminhoneiros, que chegou ao 9º dia nesta terça-feira (29), pode atrasar a conclusão de algumas obras de pavimentação e recapeamento em Mato Grosso do Sul, é o que afirma a Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura). O titular da pasta, Helianey Paulo da Silva, frisou hoje, por meio da assessoria do […]

Ludyney Moura Publicado em 29/05/2018, às 15h14

Foto: Divulgação/Edemir Rodrigues/Subsecom
Foto: Divulgação/Edemir Rodrigues/Subsecom - Foto: Divulgação/Edemir Rodrigues/Subsecom

A greve dos caminhoneiros, que chegou ao 9º dia nesta terça-feira (29), pode atrasar a conclusão de algumas obras de pavimentação e recapeamento em Mato Grosso do Sul, é o que afirma a Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura).

O titular da pasta, Helianey Paulo da Silva, frisou hoje, por meio da assessoria do governo de Reinaldo Azambuja (PSDB), que a conclusão da restauração asfáltica de trecho da MS-040 pode atrasar.

De acordo a Seinfra, a empresa responsável pela obra comunicou o governo que paralisou os trabalhos depois que caminhoneiros interditaram a estrada.

A Teccon S/A, responsável pela obra na MS-040, oficiou o governo tucano que está sendo impedida de transitar com seu maquinário na rodovia, tampouco está recebendo insumos necessários para o serviço.

As obras de pavimentação na antiga Estrado do Curê, no município de Bonito, também estão paralisadas. A Nautilus Engenharia comunicou a Seinfra que seus caminhões estão presos em Sidrolândia.

Além dos bloqueios em alguns pontos, as empreiteiras também informaram o governo tucano que encontram dificuldade para abastecer suas frotas e para obterem material necessário para concluir alguns serviços.

Também por meio de sua assessoria, Helianey destacou ainda que a greve dos caminhoneiros pode afetar obras de habitação, abastecimento de água e saneamento e de fornecimento de gás natural, além do que mesmo após o fim da paralisação, a Agesul (Agência Estadual de Empreendimentos) alega que precisará de um certo tempo para normalizar os serviços.

Jornal Midiamax