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Cotidiano

Dívida de marmoraria termina em confusão entre comerciante e vereador

Uma dívida de um serviço feito na residência do vereador de Maracaju Joãozinho Rocha, resultou em troca de acusações e confusão entre os envolvidos. De um lado, o comerciante afirma que o parlamentar correu atrás dele com uma faca. Do outro, Joãozinho nega e diz que só cobrou o conserto de uma bancada mal construída. […]
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Uma dívida de um serviço feito na residência do vereador de Joãozinho Rocha, resultou em troca de acusações e confusão entre os envolvidos. De um lado, o comerciante afirma que o parlamentar correu atrás dele com uma faca. Do outro, Joãozinho nega e diz que só cobrou o conserto de uma bancada mal construída.

O atrito entre os dois iniciou há cerca de um ano quando o proprietário da Marmoraria Dois Irmão foi contratado para construir uma bancada na área da churrasqueira na residência do vereador.

Ao Jornal MidiaMax, Vander Gabriel de Souza relatou que quando chegou no local percebeu que outra marmoraria já tinha feito um balcão e alertou o cliente que as tonalidades ficariam diferentes, já que era o granito de outra empresa. O trabalho foi feito e pago normalmente.

Passando um mês, de acordo com o comerciante, Joãozinho procurou novamente a empresa e solicitou outro serviço. No dia marcado, o marmoreiro explica que o cliente não estava em casa, mas retornou à residência no período da tarde, conforme pedido pelo parlamentar.

“Cheguei na casa dele, fiz a outra bancada e agora ele começou a cobrar a troca de todo o serviço e também do feito pelo concorrente. Eu falei que as cores ficariam diferentes porque toda remessa vem com tonalidade distinta. Ele ficou alterado e disse berrando que não iria mais me pagar os R$ 500 do último trabalho. Como eu vi que ele estava nervoso, virei as costas e fui andando. Neste momento, ele pegou uma faca e saiu correndo atrás de mim. A mulher dele segurou ele e eu segurei a filha do casal para me defender. Foi então que escorreguei na grama e ralei o braço no muro.”

Vander ainda afirma que quando a filha do casal abriu o portão, diversos vizinhos estavam em frente ao imóvel assustados com a gritaria.

A reportagem do Jornal MidiaMax entrou em contato com Joãozinho Rocha que relatou outra versão, mas não negou a dívida. O vereador contou que não houve perseguição com faca, mas sim empurrões entre os dois. Até o cachorro da família teria entrado na confusão e começado a latir.

Por telefone, Joãozinho disse que não ficou satisfeito com o serviço realizado pela marmoraria e há meses vem tentando negociar o impasse.

“O trabalho foi dividido em 4x e paguei 3 parcelas. A última não acertei porque a bancada ficou mal colocada, os remendos foram mal feitos e por isso está tendo infiltração de água e os móveis estão inchando e mofando.”

O parlamentar garante que ligou para a empresa e pediu que algum representante fosse até o local avaliar os estragos. Segundo Joãozinho, Vander já teria entrado alterado no imóvel e resolveu se fazer de vítima para impressionar a população.

“Minha filha abriu o portão da casa e ele já foi invadindo a cozinha. Começou a berrar e disse que não era culpa dele, mas sim minha por ter passado as medições erradas. Mas como se um funcionário dele que veio aqui medir? Então ele se alterou com minha esposa que tentou acalmar nossos ânimos. Fiquei nervoso e discutimos. Depois, a gente se agrediu e ele escorregou e ralou o braço. Agora está mandando áudio para a população me chamando de velhaco para sujar minha imagem. Tenho as conversas com ele e não nego a dívida.”

Ainda durante a conversa, o vereador disse que agiu em legítima defesa após ser empurrado primeiro pelo comerciante.

“Ele me empurrou e eu empurrei. Eu não posso ficar no prejuízo. Agora tenho que apanhar dentro da minha própria casa porque sou político?”

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