Cotidiano

Após ter aulas suspensas, curso de medicina da UEMS voltam na próxima segunda-feira

  Depois de reunião realizada na tarde desta quarta-feira (6), os docentes do curso de Medicina da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, decidiram pelo retorno das atividades na próxima segunda-feira (11). As aulas estavam suspensas desde o dia 25 de maio depois de decisão dos professores por conta das […]

Mariane Chianezi Publicado em 06/06/2018, às 18h29

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Depois de reunião realizada na tarde desta quarta-feira (6), os docentes do curso de Medicina da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, decidiram pelo retorno das atividades na próxima segunda-feira (11). As aulas estavam suspensas desde o dia 25 de maio depois de decisão dos professores por conta das condições estruturais da universidade oferecidas ao curso.

Em nota, a assessoria de imprensa da UEMS detalhou que além do concurso para professores efetivos com 10 vagas em andamento, o curso já conta com a chegada de oito médicos cedidos, vindos do Hospital Regional, Prefeitura Municipal de Campo Grande e Secretaria de Estado de Saúde de MS. Segundo a coordenação do curso, há a expectativa de chegada de outros dois professores médicos cedidos, cujas negociações já se encontram em estágio avançado.

Materiais de uso didático também foram adquiridos e serão entregues ao longo da próxima semana. Serão entregues lâminas, banquetas e balcão para uso em laboratório, permitindo assim o retorno das aulas.

Manifestação

Grupo de 30 alunos do curso de Medicina da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) entoou cântico em frente a Governadoria, no Parque dos Poderes, em Campo Grande, em protesto a condições estruturais precárias na universidade no dia 25 de maio. As aulas foram suspensas.

Os acadêmicos denunciaram ausência de materiais básicos para as aulas de anatomia, como, por exemplo, microscópio e laboratórios específicos. Os estudantes sofrem, ainda, com defasagem no quadro de professores.

A Universidade informou, em nota, que busca uma solução junto a SES (Secretaria de Estado de Saúde) e a Prefeitura de Campo Grande e que o concurso para contratação de professores efetivos, previsto para o início de 2019, foi adiantado, tendo em vista a necessidade de funcionamento do curso.

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