Cotidiano

Abastecimento de gás de cozinha precisará de uma semana a dez dias para ser normalizado

Baixo estoque é reflexo da greve dos caminhoneiros

Ana Clara Santos Publicado em 01/06/2018, às 10h21 - Atualizado às 15h22

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Apesar da greve dos caminhoneiros já ter acabado, Campo Grande ainda sente os reflexos da paralisação no abastecimento do gás de cozinha. Ainda há depósitos desabastecidos e o estoque não atende toda a demanda.

Segundo previsão do Simpergasc-MS (Sindicato das Micro, Pequenas Empresas e Revendedores Autônomos de GLP, Gás Canalizado e Similares do Estado de MS), será preciso de uma semana a dez dias para a situação ser normalizada.

De acordo com o Sindicato, a demanda demorará para ser normalizada devido à grande demanda nas refinarias que atendem distribuidoras do Brasil inteiro.

A reportagem do Jornal Midiamax fez um levantamento nas revendas de gás em Campo Grande e constatou a situação da normalização progressiva: nos depósitos que ainda tem estoque, pois, foram reabastecidas, a demanda está grande e nem todos os clientes conseguem ser atendidos, enquanto outros estão sem estoques e sem previsão para reabastecimento.

Ainda segundo o sindicato, no interior de Mato Grosso do Sul a normalização no abastecimento também está sendo feito de forma gradual e o estoque que consegue chegar ainda não é o suficiente para atender toda a população. “ Ontem em Terenos chegou uma média de 30 a 40 botijões, mas logo já acabou e não deu para atender todo mundo” destaca o presidente do Sindicato Vilson Lima.

Vilson ainda afirma que o preço praticado não sofrerá alteração. Em Campo Grande, as distribuidoras continuam vendendo o produto pela média de R$ 70,00.

Jornal Midiamax