Caso é tratado como acidente de trabalho e vigilantes recebem acompanhamento psicológico.

O Seesvda (Sindicado dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância da Grande ) está fazendo o acompanhamento dos quatro vigilantes que estavam dentro do carro forte roubado por bandidos fortemente armados na terça-feira dia 6 de junho na rodovia Caarapó-Amambai.

Antonio Góes, presidente do Sindicato afirmou os trabalhadores apesar de não tem sofrido nenhum arranhão estão psicologicamente abalados e estão recebendo o acompanhamento da entidade junto à empresa proprietária do carro forte que foi explodido com dinamite.

Góes disse o caso está sendo tratado como acidente de trabalho e a empresa abriu os chamados CAT (Comunicado de Acidente de Trabalho) junto ao INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) para garantir assistência à saúde e se precisar licenças para tratamento psicológico caso seja necessário.

O presidente do Sindicato afirmou que os quatro vigilantes estão profundamente abalados e temem voltar ao trabalho e novamente serem vítimas de bandidos. “Queremos segurança para os nossos trabalhadores”, disse Antonio Góes que reclama do baixo poder das armas usadas pelos vigilantes em comparação ao poderio dos armamentos dos bandidos.

A abertura dos CAT é um procedimento normal quando há um acidente de trabalho e no caso dos vigilantes o Sindicato fez ações junto à empresa para garantir este direito previsto na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).