Passageiro reclamou falta de papel higiêncio e água para beber.

  Com apenas dois voos comerciais em operação o Aeroporto Regional de Dourados tem uma arrecadação que cobre apenas um terços das despesas para a sua manutenção.  Dados da administração do aeroporto confirmam que em abril 3610 passageiros embarcaram e 3660 desembarcaram totalizando um movimento de 7270 pessoas.

         Dados apresentados pelo diretor-presidente da AGETRAN (Agência Municipal de Transporte e Transito) Carlos Fábio Selhorst dos Santos, revelam que entre taxa de embarque de recebimentos de alugueis de espaços comerciais, o aeroporto tem uma receita mensal de cerca de R$ 65 mil enquanto que os gastos para a manutenção passam de R$ 200 mil.

         O diretor da Agetran disse que a manutenção do Raios-X custa R$ 70 mil  e a sala de rádio mais R$ 115.850,00 mensais. Soma-se a isso aproximadamente R$ 5 mil todo mês de despesa com aquisição de material de limpeza, papel higiênico entre ouros produtos.

Só nestes três itens a Agetran gasta cerca de R$ 190 mil mensais sem contar com despesas com energia elétrica e os salários dos 35 servidores pagos pela prefeitura. “Este é o custo que Dourados tem para manter um aeroporto que é o nosso cartão de visitas”, disse Carlos Fábio ao lembrar que a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul agora pode contar com um Aeroporto digno de sua importância.

FALTA DE PAPEL HIGIENICO

Esta semana um passageiro que pediu para não ser identificado fez um vídeo mostrando a situação do Aeroporto de Dourados. Ele alegou que pagou R$ 23,49 de taxa de embarque e sequer havia papel higiênico e toalhas nos banheiros. O passageiro relata que não havia água potável nos bebedouros além de não conseguir informações sobre a cidade.

O diretor da Agetran assistiu ao vídeo feito pelo passageiro e disse que na manha de hoje os problemas mostrados no vídeo foram resolvidos.