Cotidiano

Reforma do Parque das Nações deve ficar pronta em fevereiro de 2018, diz secretário

Serão aplicados R$ 946 mil de compensação ambiental

Wendy Tonhati Publicado em 30/11/2017, às 13h41

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Serão aplicados R$ 946 mil de compensação ambiental

A reforma do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, deve ficar pronta até fevereiro de 2018. É o que espera o governo do Estado, que assinou ordem de serviço para início das obras nesta quinta-feira (30).  A assinatura foi feita em um dos “quiosques” do parque. Vandalizado, com janelas quebradas e paredes pichadas, a estrutura que também abriga os banheiros, deve ser revitalizada.

Ao longo do parque, são cinco “núcleos de apoio básico” que são conhecidos como quiosques e que vão ser reformados. A ordem de serviço foi assinada pelo Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, com a presença do prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD).

Reforma do Parque das Nações deve ficar pronta em fevereiro de 2018, diz secretário

A previsão é que em um dos quiosques seja instalado um ponto da Polícia Militar. Também deve ser feita a troca de alambrados, reforma de banheiros e a instalação de lâmpadas de LED, que são mais eficientes. Os quiosques não terão lanchonetes, pelo menos neste momento.

Conforme o secretário, o parque recebe diariamente 2 mil pessoas em busca de lazer e esporte e, aos fins de semana, 6 mil. Sobre o assoreamento do lado, que é apontado como o principal problema, Verruck informou que o [governo do] Estado está fazendo a retirada da areia, mas, a obra principal é feita pela Prefeitura na região da superintendência da Caixa Econômica, na Avenida Mato Grosso. “[a terra] vem do Córrego Jardim Nascente. Estamos retirando no parque, mas é como se estivéssemos enxugando gelo”.

Após a reforma, os espaços devem ser mantidos por empresas privadas, por meio do programa “Adote o Parque”, que prevê a troca dos trabalhos de conservação pela publicidade feita pelas empresas no parque.

O método já aplicado com o Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) que conserva um bosque no parque. Segundo o secretário, várias empresas estariam interessadas, entre elas, a Águas Guariroba, que apresentou proposta para os bebedouros e a Unimed Campo Grande. 

Jornal Midiamax