Cotidiano

Prefeito diz que precisa fazer cobrança retroativa da Cosip dentro do ano fiscal

Propostas de parcelamento são analisadas

Midiamax Publicado em 01/06/2017, às 15h28

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Propostas de parcelamento são analisadas

O impasse sobre a cobrança retroativa da Cosip (Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública) continua em Campo Grande. Nesta quinta-feira (1º) o prefeito Marquinhos Trad (PSD) declarou que precisa fazer a cobrança dentro do ano fiscal.

Na manhã dessa quarta-feira (31), o chefe do Executivo Municipal se reuniu com o secretário Municipal de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, procurador jurídico Alexandre Ávalo e a direção da Energisa para discutir a forma de pagamento da taxa – que ficou suspensa por 180 dias e voltou a ser cobrada em janeiro deste ano, após determinação judicial.

Durante a reunião de ontem, o prefeito sugeriu parcelar a dívida em até 6 vezes e especificou prazo de 30 dias para que a empresa pudesse se posicionar. Prefeito diz que precisa fazer cobrança retroativa da Cosip dentro do ano fiscal

Nesta manhã, Marquinhos mencionou a possibilidade de dividir a cobrança em 10 vezes. O prefeito também disse que foi procurado pelo superintende do Procon (Superintendência de Defesa do Consumidor), Marcelo Monteiro Salomão, que sugeriu parcelamento em 12 meses.

Depois de anunciar as outras duas possibilidades de pagamento, Marquinhos afirmou que necessita pagar a dívida dentro do ano fiscal e que as propostas são analisadas pela Procuradoria Geral do Município.

Câmara –

O pagamento retroativo da Cosip também foi discutido durante sessão na Câmara de Vereadores.

“A Energisa não mostra trabalhos sociais e não paga pela ocupação do solo. Está mais que na hora de fazer essa empresa pagar. Vamos trazê-la aqui e discutir isso. Não é justo esfolar o bolso do contribuinte com essa taxa por um serviço que ninguém prestou”, disse o líder do prefeito na Casa de Leis, o vereador Chiquinho Telles (PSD).

Ao usar a tribuna para falar sobre o assunto, o parlamentar defendeu que o pedido de suspensão da cobrança – feito pelos vereadores no ano passado sob a alegação de irregularidades – foi solicitado em um período em que havia dinheiro em caixa e que o serviço não era prestado.  À época, a informação do Legislativo era de que o caixa da contribuição tinha R$ 53 milhões.

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