Cotidiano

Na Capital, protestos da greve geral contra reformas de Temer começam na Praça Ary Coelho

Concentração deve começar às 9 horas

Raiane Carneiro Publicado em 27/06/2017, às 20h38

None

Concentração deve começar às 9 horas

A greve geral prevista para a próxima sexta-feira (30) irá se concentrar na Praça Ary Coelho, na Capital. O movimento faz parte de um ato nacional contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo de Michel Temer e para pedir a saída do atual presidente.

Segundo o Comitê Estadual Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista, integrado por centrais sindicais, federações e sindicatos de trabalhadores, o movimento vai se reunir na praça Ary Coelho às 9 horas e vai percorrer toda a região central com panfletagem e carros de som.

Depois, os manifestantes devem ir até a frente da Governadoria, no Parque dos Poderes, local onde estão acampados os policiais civis do Estado. O presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul), Giancarlo Miranda, declarou apoio as pautas da manifestação.Na Capital, protestos da greve geral contra reformas de Temer começam na Praça Ary Coelho

Ainda não há informações de quais setores devem aderir à greve. O ato foi pensado como forma de protesto as reformas do governo e para pedir a saída do presidente Michel Temer para que eleições diretas possam ser realizadas.

“Muitos sindicatos e federações estão realizando hoje e amanhã suas assembleias para decidir sobre a paralisação. Por isso ainda não podemos afirmar quantos e quais setores deixarão de atender à população nesse dia 30”, afirmo Elvio Vargas, um dos líderes do Comitê. A promessa é que centenas de trabalhadores da Capital e interior participem da manifestação.

Os artistas que participaram do ato na Esplanada Ferroviária no último domingo (25) na Capital confirmaram que estarão na manifestação de sexta-feira.

Policiais Civis

Os policiais civis do Estado estão acampados desde o dia 7 de junho em frente a Governadoria, no Parque dos Poderes. De acordo com o presidente do Sinpol, Giancarlo Miranda, o acampamento irá continuar até as reivindicações da categoria serem atendidas pelo governo do Estado.

Segundo o Sinpol, os policias estão sem reajuste desde 2015. Neste ano, o governador Reinaldo Azambuja informou que não concederia reajuste devido a condição financeira do Estado. 

Jornal Midiamax