Cotidiano

Campo-grandense tem lua-de-mel em Las Vegas marcada pelo terror de atentado que matou 50

Jovem está em lua de mel na cidade

Evelin Cáceres Publicado em 02/10/2017, às 12h09

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Jovem está em lua de mel na cidade

Há dois dias em Las Vegas, Nevada, após passear pelas praias caribenhas em lua de mel, a médica campo-grandense Natássia Vaz, de 29 anos e o marido presenciaram na noite deste domingo (1º) o que viria a ser o maior ataque a tiros da história dos Estados Unidos.  

A confusão começou por volta das 22h (1h em Mato Grosso do Sul). “Os tiros foram disparados de um hotel quase ao lado do nosso. Foi cena de filme, horrível. Gritaram, escutamos tiros, as pessoas falando em bomba”, conta.

O suspeito atirou do 32º andar do resort e cassino Mandalay Bay contra multidão que participava de festival de música country. Várias pessoas foram levadas para um estádio próximo, inclusive o casal de Campo Grande, porque uma parte da Las Vegas Strip, local do incidente, foi fechada ao público e todos os voos foram temporariamente interrompidos.

Na manhã desta segunda-feira (02) a avenida e os hotéis foram reabertos e o casal já está em segurança no quarto. “Apesar de assustador, foi tudo muito organizado. Já estamos no hotel em segurança”. A jovem conseguiu avisar aos parentes pelo Instagram que estavam em segurança. Campo-grandense tem lua-de-mel em Las Vegas marcada pelo terror de atentado que matou 50

Mais de 50 mortos

Ao todo, 406 pessoas foram levadas para hospitais, incluindo as vítimas fatais. A primeira informação oficial era de que o suspeito, identificado como Stephen Paddock, de 64 anos, havia sido morto por policiais. No entanto, uma nota divulgada horas depois pela polícia de Las Vegas disse que a Swat (equipe de ações táticas) invadiu o quarto de hotel e encontrou o atirador morto. Foi confirmado que ele tinha 8 armas consigo.

Paddock teria começado a atirar por volta das 22h na direção do Route 91 Harvest Festival, um festival de música country ao ar livre. Mais de 22 mil pessoas estavam no local.

A polícia chegou a dizer que uma mulher chamada Marilou Danley, de origem asiática, tinha viajado com o suspeito. Pouco depois, investigadores informaram que ela “não é mais procurada”. “Investigadores fizeram contato com ela e não acreditam que ela esteja envolvida com o tiroteio”, disse a polícia em nota. Agentes procuram um Tucson, com placa de Nevada, que teria sido usado pelo atirador.

Jornal Midiamax