Cotidiano

VÍDEO: em assembleia lotada, servidores discutem abono de R$ 200

Governo diz que 85% dos funcionalismo já aceitaram propostas

Midiamax Publicado em 03/05/2016, às 20h17

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Governo diz que 85% dos funcionalismo já aceitaram propostas

Integrantes do Fórum Dialoga e outros grupos de servidores estaduais continuam discutindo o abono de R$ 200 oferecido pelo Governo do Estado. Na tarde desta terça-feira (3) foi realizado mais um encontro. Conforme o sub-tenente Thiago Mônaco Marques, presidente da ABSS/MS (Associação Beneficente dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais oriundos do quadro de Sargentos Policiais e Bombeiros), na noite de hoje, votação será feita para determinar se os trabalhadores acatam ou não, proposta de abono salarial do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), caso a oferta não seja acolhida por maioria, greve geral não está descartada.

O pleito de hoje foi marcado no último dia 31 de abril, depois que Mônaco foi até a Assembleia Legislativa, desmentiu um acordo de reajuste salarial e pediu apoio aos deputados.

"Vamos votar o abono oferecido novamente em assembleia, mas também vamos elaborar alternativas para o problema. Caso o governo não se prontifique, o aquartelamento dos militares não está descartado", afirma Thiago.

POR OUTRO LADO

Já o Governo Estado aposta no diálogo com os servidores para superar a tensão vivida durante as negociações da data-base, e afirma que 85% do funcionalismo público já tenha aceitado o abono de R$ 200 e algumas outras propostas específicas para cada categoria.

De acordo com a administração tucana, o Estado conta atualmente com 71,7 mil servidores ativos e inativos, que custam mensalmente cerca de R$ 400 milhões, o que representa 46,94% da receita, percentual acima do chamado ‘limite prudencial’ (46,55%) imposto pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), o que impediria o governo de conceder reajuste que ultrapassem o percentual atual.

Durante as negociações com os sindicatos, Riedel e Assis explicaram que o abono de R$ 200 linear a todas as categorias vai custar quase R$ 100 milhões por ano aos cofres do governo, e prometeram garantir o abono até a data-base de 2017, incluindo-o no 13º salário de 2016.

“Estamos construindo juntos, não há nada de unilateral sendo feito. Esperamos que predomine o bom senso entre os servidores”, frisou Assis. Os secretários afirmam que a proposta inicial do governo representa um reajuste salarial acima da inflação do período para 70% do funcionalismo.

Assista o vídeo AQUI:

(Sob supervisão Marta Ferreira)

Jornal Midiamax