Cotidiano

Servidores da Saúde podem entrar em greve nesta sexta-feira

Sintss espera retorno do Estado até o fim da manhã de hoje

Midiamax Publicado em 05/05/2016, às 12h08

None
20160503_074425_ok.jpg

Sintss espera retorno do Estado até o fim da manhã de hoje

O presidente do Sintss-MS (Sindicato dos Servidores da Saúde de Mato Grosso do Sul), Alexandre Júnior Costa, afirma que a categoria aguarda resposta sobre o reajuste salarial da categoria até o fim da manhã desta quinta-feira (5). Caso não haja retorno do governo do Estado, 60% dos profissionais podem entrar em greve a partir da zero hora desta sexta-feira (6).

Segundo o presidente do Sintss, o secretário de Estado de governo, Eduardo Ridel e titular da SAD (Secretaria de Estado de Administração), Carlos Alberto de Assis, se comprometeram a dar um retorno para a categoria nesta manhã. "Estamos aguardando. Ficaram de nos chamar para uma reunião nesta manhã. Se não houver acordo vamos fazer greve a partir da zero hora desta sexta-feira", ressalta.

A categoria reivindica 16,14%, referente a inflação dos últimos 16 meses. "O último reajuste foi em dezembro de 2014. Ano passado ficamos no zero e até agora o governo nos ofereceu R$ 250,00 de abono. Isso é dinheiro no bolso, mas no salário é nada porque não é considerado reajuste", explica. Servidores da Saúde podem entrar em greve nesta sexta-feira

O sindicalista destaca a necessidade de reajustar a tabela salarial da categoria. "O que a gente quer é que a tabela de vencimento seja reajustada, ou que haja algo que sinalize isso. Precisamos alterar a tabela e debater um plano de carreira para a Saúde" frisa.

Nesta tarde, a categoria deve se reunir no Hospital Regional. Caso ainda não haja resposta, cerca de 2.400 profissionais devem aderir a greve. O presidente do Sintss afirma que serão mantidos 40% da categoria.

Se for deflagrada, na Capital a greve será aderida por 60% dos profissionais do Hospital Regional, Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) e Hemosul. Em Dourados, funcionários do  Núcleo Regional de Saúde e Hemonúcleo também devem interromper os serviços. 

Jornal Midiamax