Cotidiano

Impasse sobre reajuste continua e funcionários param na Santa Casa

Movimento não vai atrapalhar atendimento, diz adminsitração

Midiamax Publicado em 27/09/2016, às 11h03

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Movimento não vai atrapalhar atendimento, diz adminsitração

Sem acordo sobre o reajuste salarial, cerca de 200 profissionais de enfermagem e funcionários administrativos da Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande, deram início a operação tartaruga nesta terça-feira (27).

De acordo com o presidente do Siems (Sindicato dos Trabalhadores na Área de Enfermagem de Mato Grosso do Sul), Lázaro Santana, a categoria manterá o esquema anunciado na semana passada, ou seja, paralisações parciais e diárias de 70% dos trabalhadores no três turnos. 

Pela manhã os profissionais interrompem as atividades das 7 às 10 horas, à tarde das 12h30 às 15h30 e à noite 18 às 21 horas. Nesses horários apenas 30% devem trabalhar.

Já o presidente do Sintesaúde (Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviço de Saúde de MS), Osmar Gussi, explica que as paralisações da categoria ocorrem apenas nesta terça-feira em forma de protesto contra a falta de reajuste.

Profissionais de enfermagem pedem 11,30% enquanto funcionários administrativos exigem a recomposição da inflação. Ambas as categorias recusaram a proposta de hospital, que ofereceu 9,83% concedidos a partir de janeiro de 2017.

O reajuste não é retroativo e o acordo é condicionado à possibilidade de contratualização do hospital e município. A assessoria de comunicação da Santa Casa diz que a Santa Casa não tem condições de atender às reivindicações sem que haja o contrato com a Prefeitura da Capital, que deve ser assinado em janeiro do próximo ano.

Atendimento –

Até o momento não é possível informar o impacto da paralisação. A assessoria da Santa Casa afirma que o hospital realiza em média 700 atendimentos diários e que a administração não permitirá que o movimento atrapalhe o atendimento. 

Jornal Midiamax