Cotidiano

Depois da chuva, equipes fazem o conserto de casas no Vespasiano

Ventos chegaram ventos chegaram a 59 km/h

Wendy Tonhati Publicado em 21/10/2016, às 12h46

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Ventos chegaram ventos chegaram a 59 km/h

Pelo menos três casas do loteamento Vespasiano Martins, local para onde foram transferidos os moradores da antiga favela Cidade de Deus, ficaram parcialmente destelhadas por causa do temporal da tarde de quinta-feira (20). Os ventos chegaram a 59 km/h e sete árvores caíram durante a chuva. 

Na manhã desta sexta-feira (21), equipes ligadas à Prefeitura trabalham no local e não quiseram dar detalhes do serviço. Uma das residências ainda nem foi ocupada pelo morador e já está danificada. 

Uma das casas parcialmente destelhada é a de Daniele dos Santos, 24 anos, mora com o marido e o filho, de 11 meses. Ela conta que eles estavam em casa quando, por volta das 15h30, começou a ventania seguida da chuva. Primeiro, eles perceberam que a telha do quarto do casal estava soltando.

“Ficamos com muito medo. Essas casas não tem firmeza nenhuma, porque fizeram às pressas. Fiquei mais preocupada por causa do meu bebezinho”, diz. Ela e o marido retiram os móveis da sala e não houve danos. 

O  coordenador da Defesa Civil Municipal, Wlamir Barbosa Lima, informou que está em um evento em Três Lagoas e que ainda nesta sexta, um relatório com todos os estragos será divulgado pela Prefeitura.

Entre as ocorrências atendidas pelo órgão, o coordenador citou o destelhamento das casas, uma árvore centenária que caiu na Vila Jacy e atingiu um motociclista e uma árvore que caiu em cima de uma caminhonete no mercadão.

De acordo com o meteorologista Natalio Abrahao Filho, da estação meteorológica Uniderp/Anhanguera, o acumulado foi de 27,4 milímetros de chuva. Conforme o Corpo de Bombeiros, sete árvores ficaram comprometidas por causa do temporal. 

Casas frágeis

Os moradores do loteamento Bom Retiro, na Vila Nasser, onde foi realocada a outra parte da comunidade que vivia na favela Cidade de Deus, também tiveam problemas com a chuva. Em agosto, durante a chuva, telhas de amianto e lonas foram levadas pelo vento. Eletrodomésticos, móveis e roupas também ficaram destruídos. 

Jornal Midiamax