Cotidiano

Condenado a 22 anos por matar PM a pedradas em MS não consegue diminuir pena

Julgamento foi realizado nesta quarta-feira

Wendy Tonhati Publicado em 10/08/2016, às 14h34

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Julgamento foi realizado nesta quarta-feira

Por maioria, os desembargadores da Seção Criminal do TJ MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), indeferiram a revisão penal de Giliard Pereira, o “Cabeça”.

Ele recorreu contra sentença que o condenou a 22 anos e 2 meses pelo latrocínio cometido contra o subtenente da Polícia Militar Edézio Gonçalves de Arruda, em janeiro de 2010, em Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande. O julgamento ocorreu na manhã desta quarta-feira (10).

O subtenente da Polícia Militar foi morto com golpes de pedra na cabeça para que o carro dele fosse roubado. Nadson Pereira Galvão, o “Nandinho”, então com 24 anos, foi condenado a passar quase trinta anos na cadeia, enquanto Giliard Pereira, o “Cabeça”, com 25 anos na época, foi condenado a ficar 22 anos na prisão.

Giliard e Nadson contaram que deram uma pedrada na cabeça da vítima que caiu no chão. Eles pegaram a chave do carro e carregaram o policial para dentro do veículo. Na Estrada Branca, o subtenente teve pés e mãos amarrados por cinto e camisa, colocado à margem da rodovia e golpeado com uma pedra na cabeça. 

Jornal Midiamax