Nova reunião tem início e professores manterão greve se não houver acordo

Presença de Olarte é cobrada; secretário diz que prefeito chegará
| 25/05/2015
- 22:59
Nova reunião tem início e professores manterão greve se não houver acordo

Presença de Olarte é cobrada; secretário diz que prefeito chegará

Teve início na tarde desta segunda-feira (25) nova reunião entre a Prefeitura de Campo Grande e os professores da rede municipal. Depois de reunião a portas fechadas, na sede do executivo municipal pela manhã, nova reunião foi marcada para a tarde. A ACP (Associação Campo-Grandense de Professores) promete manter greve se não houver acordo.

Segundo Geraldo Gonçalves, presidente da ACP, a reunião não andou durante a manhã. “Se eles não fizerem a proposta que queremos vamos manter a greve. E queremos a presença do prefeito aqui, ele havia prometido”, frisou.

Durante reunião na última quinta-feira, o secretário municipal de educação, Wilson do Prado, havia garantido que Olarte estaria presente na reunião de hoje. O secretário declarou ao Midiamax que o prefeito chegará para a reunião da tarde, que acontece na Prefeitura.

Sem acordo

A reunião de manhã teve presença dos secretários de planejamento, Ivan Jorge, secretário da Semed, Wilson do Prado e o secretário de governo, Rodrigo Pimentel. De acordo com Geraldo, não houve acordo, já que os secretários afirmaram que a Prefeitura passa por uma crise financeira, mas que um levantamento seria feito sobre as finanças do município.

 “O movimento continua e não cabe aos trabalhadores pagarem pela desorganização do município”, ressaltou Geraldo. O professor Ataíde Oliveira afirmou que alguns professores estão sofrendo coação. “Professores contratados estão sendo ameaçados de demissão por causa da greve”, fala.

Greve

A greve foi decidida pela categoria em assembleia realizada na última terça-feira (19), quando não houve acordo do reajuste de 13,01%, que elevaria o piso de R$ 1.697 para R$ 1.917 por 20 horas.

Ao todo a rede municipal tem 96 escolas, e 1.101 alunos. São 8 mil professores, sendo 2.334  contratados e 5.500 sindicalizados.

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