Cotidiano

Moradores de Deodápolis pescam em buraco gigante

Assessoria de comunicação da Prefeitura diz que problema foi corrigido

Midiamax Publicado em 13/10/2015, às 14h33

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Assessoria de comunicação da Prefeitura diz que problema foi corrigido

A fim de chamar a atenção para a quantidade de buracos espalhados pela cidade, dois moradores de Deodápolis, distante 260 quilômetros de Campo Grande, resolveram pescar em uma cratera formada na Avenida Deodato Leonardo da Silva, na região central do município.

Conforme a foto divulgada no site local, Ivinotícias, dois jovens simularam a pescaria com direito a um banquinho à beira do buraco, vara de pescar e até cerveja. A imagem do protesto foi compartilhada por internautas nas redes sociais.

De acordo com as informações, a manutenção nas vias do município foram interrompidas, o que agravou o problema e com isso, os buracos, têm provocado vários acidentes nas avenidas de Deodápolis e gerado prejuízo aos condutores.

Procurada pela equipe de reportagem do Jornal Midiamax, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Deodápolis disse que a fato começou a curcular nas redes sociais na semana passada e que o morador “usou de má fé por questões políticas”. 

Ainda conforme a assessoria de comunicação, as equipes da Agesul (Agencia Estadual de Gestão de Empreendimentos) de Dourados, responsáveis pela manutenção da via, que faz parte da MS-276, já corrigiram o problema.

Campo Grande –

O problema se repete em Campo Grande, onde a população também realizou protestos por conta da situação. Revoltado com a situação, um morador da Capital sinalizou os buracos com palavras ou frases como “corrupção”, “IPVA” e “Café dos vereadores”, em alusão à Operação Coffee Break, deflagrada no fim de agosto pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), que investiga eventual compra de votos de vereadores na cassação de Alcides Bernal (PP), ocorrida em março do ano passado.

Em Campo Grande, os serviços foram suspensos no dia 10 de setembro, pelo prazo de 90 dias, junto com os pagamentos a fornecedores ou prestadores de serviços, considerados não essenciais pelo prefeito Alcides Bernal.

Jornal Midiamax