Cotidiano

Iniciadas no início deste ano, obras no Mercadão estão 95% concluídas

Apesar da fase final, não há data para encerrar obras

Midiamax Publicado em 27/06/2015, às 16h07

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Apesar da fase final, não há data para encerrar obras

As obras para unir o Mercado Municipal Antônio Valente, conhecido como Mercadão, e a Praça Oshiro Takemori, iniciadas em janeiro deste ano, estão praticamente concluídas. 

Segundo informações repassadas pela Prefeitura de Campo Grande, o Departamento de Obras da Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação) já concluiu 95% do projeto.

Apesar de as modificações estarem em fase final, ainda não há data para o encerramento das obras. Conforme o Executivo, agora, os últimos ajustes são para a elaboração do PSCIP (Projeto de Segurança de Combate a Incêndio e Pânico) e a liberação da área por parte do Corpo de Bombeiros.

Mudanças

A intenção da obra é valorizar o potencial turístico do Mercadão e da praça. Os dois pontos serão unidos por meio de um calçadão no antigo trecho da Rua 7 de Setembro.

 “Toda a área será cercada com grades e o estacionamento do mercado ganhará 50 vagas. O acesso ao Mercadão que é feito hoje pela Rua 15 de Novembro será fechado para desobstruir o trânsito do local. A entrada mudará para a Rua Anhanduí e a saída ficará na 26 de Agosto”, explicaram os arquitetos do projeto Bruno Kulczynsky e Mariano Rippel, da Seintrha.

Agradou ou não?

O jovem João Henrique trabalha como vendedor em um dos boxes do Mercadão Municipal. Para ele a mudança provocada no local, principalmente a instalação das grandes, deixou o lugar mais seguro.

“Antes as brigas começavam na rua e acabam aqui dentro”, comentou. A atendente Cristina Coelho também compartilha a opinião de João. Ela, inclusive, acha que o Mercadão ficou mais bonito. “Ficou um espaço bonito, agradável,aumentou o estacionamento sem contar que ficou também mais seguro”, disse.

A mudança no sentido das ruas e o novo acesso para entrar no Mercadão também agradou alguns motoristas e clientes. “O trânsito ficou bom, desafogou a parte da rampa e aliviou os motoristas”, resumiu Arnald Rosenacker.

Jornal Midiamax