Cotidiano

Estado diz que faltou verba para terminar obra em escola invadida nas madrugadas

Escola é usada como motel e ponto de viciados

Midiamax Publicado em 24/04/2015, às 11h11

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Escola é usada como motel e ponto de viciados

O Estado admitiu que as obras na Escola Estadual Brasilina Ferraz Mantero, localizada na Rua Tamôio, no Jardim Leblon, região sul de Campo Grande, estão paralisadas. Com os serviços interrompidos, a escola que atende cerca de 600 alunos nos períodos matutino e noturno, passou a ser utilizada como ponto de encontro de amantes e usuários de droga.

Atualmente a escola  permanece sem muro, com portão quebrado e quadra esportiva desativada, o que facilita o acesso ao local. A informação foi confirmada pelo diretor da Escola Roberto Assaf.

 “Tem muito usuário de drogas nessa região e de madrugada eles acabam entrando para usar entorpecentes porque ficou mais fácil de entrar na escola. Nosso vigia percebe e manda-os saírem, mas às vezes precisamos contar com o apoio da polícia”, afirma.

O prazo de conclusão da reforma orçada em mais de R$ 50 mil terminou em dezembro do ano passado, mês em que os trabalhos foram interrompidos. A SED (Secretaria de Estado de Educação) alega que faltou verba federal para dar continuidade às obras.

Quanto às invasões, a assessoria de comunicação justifica que há um agente patrimonial responsável pela segurança da escola, no entanto, se compromete a enviar uma equipe para verificar a denúncia e falar com a direção.

Jornal Midiamax