Em nota, Santa Casa afirma que não negou atendimento a seis pacientes

Santa Casa disse que em momento algum se negou ou recusou atendimento 
| 25/05/2015
- 16:54
Em nota, Santa Casa afirma que não negou atendimento a seis pacientes

Santa Casa disse que em momento algum se negou ou recusou atendimento 

A Associação Beneficente de Campo Grande, mantenedora do Hospital Santa Casa, divulgou uma nota sobre a acusação do Samu (Serviço Móvel de Atendimento de Urgência) em que a instituição se negou a atender seis pacientes.

A nota diz que a “Santa Casa em momento algum se negou ou recusou atendimento a qualquer pessoa que porventura tenha procurado o hospital ou encaminhada para assistência pelos entes reguladores”.

A instituição ainda disse que no domingo (24), até às 17 horas foram realizados 100 atendimentos, inclusive 12 encaminhados pelo Samu, dois pelo Corpo de Bombeiros e seis por ambulâncias do interior.

A Santa Casa afirma ainda que mesmo esgotada a capacidade do hospital para pacientes críticos dependentes de respiração artificial, todos os encaminhados foram aceitos pela instituição.

A Santa Casa ainda disse que pacientes que necessitam de atendimento na referência exclusiva do hospital (politrauma, neurocirurgia e queimados), bem como aqueles não dependentes de respiração artificial, continuam sendo acolhidos na mais absoluta normalidade.

Em relação ao atendimento da família de Luciano Huck, a Associação disse que todos deram entrada no pronto-socorro do hospital de forma espontânea, sem nenhum encaminhamento por parte dos órgãos reguladores.

Que os famosos foram atendidos como todos os pacientes com esse perfil que buscam ou são encaminhados ao hospital, tendo sido inclusive atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Com relação ao piloto, a Santa Casa disse que ele que foi encaminhado a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), por orientação do próprio coordenador do Samu, ou por decisão do ente regulador.

“O mesmo se dá com relação aos seis pacientes sobre os quais o coordenador alega que tiveram atendimento recusado. Cabe ao regulador municipal, enquanto autoridade sanitária, decidir pela melhor assistência ao paciente. Se estes se encontram na UPA porque o regulador decidiu que diante das circunstâncias, esta unidade é o local disponível mais indicado”, diz a nota.

A instituição ainda afirma que os 96 leitos de UTI do hospital encontram-se ocupados e sete pacientes de dependentes de respiração artificial aguardam, internados na Santa Casa, vagas em leitos de UTI.

A nota ressalta ainda que “lamenta pela forma oportunista e midiática como o caso foi tratado pelo coordenador do Samu, e reitera que suas portas estarão sempre abertas para atender quem quer que seja independente de posição social e econômica”, finaliza.

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