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Pazuello monta defesa baseado em documentos das Forças Armadas

Em depoimento à Polícia Federal, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, usou documentos das Forças Armadas para embasar sua defesa no inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal), que investiga a responsabilidade pela falta de oxigênio em Manaus, em janeiro. O ministro está tentando provar que não teve culpa no colapso, com esses documentos, tenta mostrar […]

Carolina Rocha Publicado em 05/02/2021, às 13h31

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Em depoimento à Polícia Federal, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, usou documentos das Forças Armadas para embasar sua defesa no inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal), que investiga a responsabilidade pela falta de oxigênio em Manaus, em janeiro.

O ministro está tentando provar que não teve culpa no colapso, com esses documentos, tenta mostrar que agiu de forma rápida, assim que foi informado sobre a possibilidade de esgotar o oxigênio na capital do Amazonas.

Um dos documentos levantados pelas Forças Armadas e apresentado pelo ministro durante seu depoimento, foi um timbrado do Ministério da Defesa e do Estado-Maior das Forças Armadas, no qual apresenta a ordem dada pelo Centro de Operações Conjuntas da pasta para o Comando de Operações Aeroespaciais da Força Aérea Brasileira.

Neste pedido, é apresentado a ordem de urgência, dada no dia 8 de janeiro, no qual é assinado pelo subchefe de operações general José Eduardo Leal de Oliveria, solicitando “acionamento da missão aérea de transporte aéreo de cilindros de oxigênio, o mais breve possível”.

No outro documento apresentado pelo ministro, ele aciona o Comando da Aeronáutica, no dia 8 de janeiro também, para que transporte 1.174 kg de oxigênio, estes que chegaram no mesmo dia em Manaus.

Esta data de 8 de janeiro, segundo o ministro, foi o dia que foi comunicado sobre o alerta do governo de amazonas, através do secretário de saúde de Manaus, com a possibilidade de faltar oxigênio na cidade.

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