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Pacheco quer concluir reforma tributária em oito meses

Nesta quinta-feira (4), o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que espera um prazo de 8 meses para concluir a reforma tributária no Congresso Nacional. O chefe do Senado afirmou após reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e com o senador Roberto Rocha (PSDB-MA). Ambos […]

Carolina Rocha Publicado em 04/02/2021, às 13h54 - Atualizado às 14h00

Imagem: REUTERS/Adriano Machado
Imagem: REUTERS/Adriano Machado - Imagem: REUTERS/Adriano Machado

Nesta quinta-feira (4), o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que espera um prazo de 8 meses para concluir a reforma tributária no Congresso Nacional.

O chefe do Senado afirmou após reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e com o senador Roberto Rocha (PSDB-MA). Ambos fazem parte do projeto, Rocha é o presidente da comissão mista que elabora a reforma tributária e Ribeiro é o relator.

“Ficou definido, juntamente com o presidente [da Câmara] Arthur Lira (PP-AL), que a comissão mista concluirá seu trabalho até o final de fevereiro, com apresentação do parecer pelo deputado Aguinaldo Ribeiro – ouvindo demais membros”, disse Pacheco.

“Na sequência, se iniciará [a tramitação] por uma das Casas legislativas – isso vai ser amadurecido em fevereiro – e temos uma previsão de que de 6 a 8 meses possamos ter concluída a reforma no Congresso Nacional”, completou.

Também afirmou que o projeto é complexo e por isso demanda tempo para que seja assertivo e não haja prejuízo aos setores e estados. Ele também falou que pretende entregar um sistema de arrecadação mais simplificado, menos burocratizado, com mais justiça social, não inibindo o setor produtivo do Brasil.

Já o presidente da Câmara, Arthur Lira afirmou que o procedimento da reforma está reforçando a tese de que Câmara e Senado trabalharão juntos para que o cronograma seja determinado por discussões claras e transparentes.

“Não vai haver briga por protagonismo entre Câmara e Senado por essas reformas. Elas têm que andar nas duas casas e pouco importa se começará em uma ou findará em outra”, disse o presidente da Câmara.

“Quero que fique claro: nossa preocupação é que as duas Casas entreguem essas reformas ao Brasil”, completou.

Jornal Midiamax