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Justiça Força-tarefa que investiga morte de Marielle Franco ganha integrantes

As duas principais promotoras do grupo saíram no começo do mês

Agência Brasil Publicado em 26/07/2021, às 20h43

Grupo passará a contar com oito integrantes
Grupo passará a contar com oito integrantes - Foto: Divulgação

A força-tarefa que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes ganhou o reforço de novos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26). O grupo passará a contar com oito integrantes, sob coordenação de Bruno Gangoni, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os demais integrantes da força-tarefa são os promotores de Justiça Roberta Laplace, Fabiano Cossermelli, Diogo Erthal, Juliana Pompeu, Michel Queiroz Zoucas, Marcelo Winter e Carlos Eugênio Laureano, na condição de assistentes.

A determinação de reforço no grupo, que investiga os assassinatos, foi do procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos.

“Reforço o compromisso do MP com toda a sociedade e com os familiares das vítimas de que a instituição está empenhada na elucidação do caso. Para isso, criamos a força-tarefa, em março deste ano, e agora estamos ampliando o efetivo para oito promotores de Justiça focados na investigação. Estaremos com uma grande frente de trabalho, reunindo promotores especializados, dedicados à continuidade das investigações, para a identificação dos eventuais mandantes dos crimes. Reafirmo que a elucidação completa deste caso é uma das prioridades absolutas do MP”, frisou Luciano Mattos.

No início do mês, as promotoras Simone Sibílio e Letícia Emile saíram do inquérito. As duas eram as principais investigadoras do processo, pois estavam acompanhando os trabalhos desde o início. Não houve motivação oficial para a saída de ambas.

A vereadora e seu motorista foram mortos na noite de 14 de março de 2018. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Elcio Queiroz foram apontados como executores dos assassinatos, e estão presos. Porém, ainda não se sabe a motivação nem os mandantes do crime.

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