Pular para o conteúdo
Brasil

Supremo nega semiaberto a Geddel no caso de bunker com R$ 51 milhões

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou ao ex-ministro e ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB-BA) progressão de regime para o semiaberto no caso bunker com R$ 51 milhões. O julgamento no plenário virtual da Corte, ferramenta digital que permite aos magistrados analisarem processos sem a necessidade de reunião física ou por videoconferência, […]
Arquivo -
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou ao ex-ministro e ex-deputado federal (MDB-BA) progressão de regime para o semiaberto no caso bunker com R$ 51 milhões.

O julgamento no plenário virtual da Corte, ferramenta digital que permite aos magistrados analisarem processos sem a necessidade de reunião física ou por videoconferência, chegou ao fim na segunda-feira, 19. O voto do relator, , foi acompanhado pelos colegas Celso de Mello, Cármen Lucia e Gilmar Mendes. Apenas o ministro Ricardo Lewandowski se manifestou pela concessão do relaxamento da detenção.

No entendimento da maioria, a progressão de regime prisional está condicionada ao pagamento da multa fixada na condenação. No caso de Geddel, o montante ultrapassa R$ 1,6 milhão.

“(O STF) assentou a constitucionalidade da exigência do recolhimento do valor correspondente à sanção pecuniária imposta na sentença condenatória como requisito que se soma aos demais previstos no art. 112 da Lei de Execução Penal, sem os quais não se defere a progressão de regime prisional”, registrou Fachin.

“No caso, regularmente intimado, o ora agravante (Geddel) permaneceu inerte, não providenciando o recolhimento da quantia atualizada, tampouco apresentou justificativas acerca de eventual impossibilidade de fazê-lo, o que impõe o indeferimento da pretensão”, completou o relator.

Geddel foi preso preventivamente em julho de 2017, após a Polícia Federal apreender aproximadamente R$ 51 milhões em malas de dinheiro em um apartamento em Salvador. Denunciado em dezembro de 2017, ele foi condenado em outubro do ano passado a 14 anos e 10 meses de reclusão por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Em julho, ele foi liberado pelo então presidente do Supremo, ministro , para cumprir pena domiciliar em razão da pandemia de covid-19.

Compartilhe

Notícias mais buscadas agora

Saiba mais

VÍDEO: Com aeronave e equipe em solo, Bombeiros usam 21 mil litros em combate à incêndio

Corinthians e Cruzeiro avançam à final do Campeonato Brasileiro Feminino

Comerciante morre em capotagem na MS-316, em Paraíso das Águas

VÍDEO: Incêndio atinge área de vegetação ao lado de residencial no Jardim Seminário

Notícias mais lidas agora

Promotor aponta falha em laudo que livrou JBS por poluir córrego turístico e pede nova perícia

policia filho

Preso suspeito de matar filho de policial no Nova Lima; ‘Rato’ segue foragido

carlo acutis milagre em campo grande

Com pedaço do coração em Campo Grande, beato Carlo Acutis será canonizado esta semana no Vaticano

VÍDEO: Macaco que anda ‘como humano’ choca turistas em praia do Pará: ‘Não é IA’

Últimas Notícias

Cotidiano

Garoa ameaça, mas calor e baixa umidade persistem em Campo Grande

Uma garoa tímida caiu sobre alguns bairros de Campo Grande, como o Centro, Jardim Caiçara e o Jardim Seminário

Trânsito

Colisão frontal termina com uma pessoa morta na MS-379 em Dourados

A vítima ficou presa às ferragens

Cotidiano

“Fogo desde cedo”: incêndio continua em mata ao lado de residencial na Capital

Chamas foram contidas, mas vento fez com que o fogo voltasse no local

Polícia

Borracheiro é baleado na cabeça enquanto trabalhava na fronteira de MS

A vítima estava na companhia do irmão