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No Rio, polícia intercepta comboio de milícia, mata 12 e apreende armas e granadas

Um confronto entre a polícia do Rio de Janeiro e um comboio de milicianos deixou 12 mortos, na noite desta quarta-feira (15). Entre os mortos está o ex-PM Carlos Eduardo Benevides Gomes, o Cabo Benê, um dos homens mais procurados do estado. O grupo de milicianos estava em um comboio que foi interceptado na Rodovia […]

Gabriel Neves Publicado em 16/10/2020, às 07h40

Força-tarefa da polícia matou grupo criminoso na rodovia Rio-Santos. (Foto: Reprodução/TV Globo)
Força-tarefa da polícia matou grupo criminoso na rodovia Rio-Santos. (Foto: Reprodução/TV Globo) - Força-tarefa da polícia matou grupo criminoso na rodovia Rio-Santos. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um confronto entre a polícia do Rio de Janeiro e um comboio de milicianos deixou 12 mortos, na noite desta quarta-feira (15). Entre os mortos está o ex-PM Carlos Eduardo Benevides Gomes, o Cabo Benê, um dos homens mais procurados do estado.

O grupo de milicianos estava em um comboio que foi interceptado na Rodovia Rio-Santos. De acordo com o portal G1, a força-tarefa que realizou a interceptação foi criada para garantir a segurança das eleições no RJ.

O ex-PM Carlos Eduardo Benevides Gomes, o Cabo Benê, morto no confronto, é apontado pela polícia como um dos chefes da milícia em Itaguaí, além de ser um dos homens mais procurados do estado.

Após o confronto, foram aprendidos oito fuzis, metralhadoras, granadas, pistolas e munição. A polícia informou que o confronto teve início, após os ocupantes do comboio dispararem contra os agentes durante a abordagem.

Um policial foi atingido no colete à prova de balas e ficou levemente ferido.

Conforme informações do subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil, Rodrigo Oliveira, o comboio de Cabo Benê respondia a Danilo Dias Lima, o Tandera, braço direito de Wellington da Silva Braga, o Ecko, chefe da maior milícia em atividade no RJ.

Jornal Midiamax