Brasil

Manifestantes se reúnem em São Paulo em atos pró e contra governo

Em São Paulo, manifestantes se reúnem para protestos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As informações são do Portal UOL. O ponto de encontro dos opositores é o Largo da Batata. O movimento anti-Bolsonaro é organizado pela Frente Povo Sem Medo, da qual Guilherme Boulos (PSOL) faz parte, e conta com […]

Gabriel Maymone Publicado em 07/06/2020, às 14h27 - Atualizado às 14h29

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo montou um esquema especial de policiamento. (Imagem: TABA BENEDICTO/ESTADÃO CONTEÚDO)
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo montou um esquema especial de policiamento. (Imagem: TABA BENEDICTO/ESTADÃO CONTEÚDO) - A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo montou um esquema especial de policiamento. (Imagem: TABA BENEDICTO/ESTADÃO CONTEÚDO)

Em São Paulo, manifestantes se reúnem para protestos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As informações são do Portal UOL.

O ponto de encontro dos opositores é o Largo da Batata. O movimento anti-Bolsonaro é organizado pela Frente Povo Sem Medo, da qual Guilherme Boulos (PSOL) faz parte, e conta com a participação das torcidas organizadas, como o movimento Somos Democracia, formado por torcedores do Corinthians.

A manifestação ainda não começou, mas já reúne participantes com faixas e bandeiras no local.

Segurança

Com objetivo de evitar vandalismos e violência, os mais de 4 mil policiais que estarão nas ruas foram orientados a revistar mochilas. Objetos que ofereçam riscos serão apreendidos.

Na Avenida Paulista, quem saía com bolsa do metrô era revistado pela polícia. Duas pessoas foram detidas pela manhã, com porrete e produto químico não especificado.

Além disso, estão sendo utilizados três helicópteros, seis drones, 150 viaturas, quatro veículos “guardiões” e um veículo lançador de água.

Segundo a PM, o efetivo está dividido igualmente entre Largo da Batata e Avenida Paulista, e há também agentes em outros locais estratégicos, como estações e terminais.

No domingo passado, houve violência na Paulista. A PM foi criticada por supostamente ter defendido os manifestantes pró-Bolsonaro e atacado os manifestantes identificados como antifascistas, contra o presidente. A PM, depois, afirmou ser apartidária.

Ao menos seis pessoas foram detidas pela PM. Destas, cinco foram acusados de se envolver em uma briga com um apoiador do presidente, que teria provocado o grupo. O celular do agredido foi tomado por um dos detidos, que permaneceria preso.

Jornal Midiamax