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Mais quatro são presos no RJ, entre eles o pivô da guerra de facções iniciada na quarta

Quatro criminosos foram presos na tarde desta quinta-feira (27), em Sobrado, próximo ao Complexo do São Carlos (RJ), loca que se tornou palco de uma guerra de facções nas últimas 24 horas. O quarteto preso manteve uma mulher refém dentro de um apartamento. Segundo publicação no Jornal Extra, os criminosos estavam fugindo de um tiroteio […]

Gabriel Neves Publicado em 27/08/2020, às 17h23 - Atualizado às 17h23

Movimentação de policiais em frente ao prédio onde criminosos fazem novos reféns no São Carlos, na manhã de quinta. (Foto: reprodução/jornal Extra/Rafael Nascimento de Souza)
Movimentação de policiais em frente ao prédio onde criminosos fazem novos reféns no São Carlos, na manhã de quinta. (Foto: reprodução/jornal Extra/Rafael Nascimento de Souza) - Movimentação de policiais em frente ao prédio onde criminosos fazem novos reféns no São Carlos, na manhã de quinta. (Foto: reprodução/jornal Extra/Rafael Nascimento de Souza)

Quatro criminosos foram presos na tarde desta quinta-feira (27), em Sobrado, próximo ao Complexo do São Carlos (RJ), loca que se tornou palco de uma guerra de facções nas últimas 24 horas. O quarteto preso manteve uma mulher refém dentro de um apartamento.

Segundo publicação no Jornal Extra, os criminosos estavam fugindo de um tiroteio e se esconderam dentro do apartamento onde a vítima foi feita refém. A polícia posicionou atiradores de elite em um prédio ao lado. Após mais de uma hora todos foram presos.

A vítima, que foi mantida refém, não foi ferida. De acordo com o porta-voz da Polícia Militar, o coronel Mauro Fliess, os policiais apreenderam um fuzil.

“Os quatro criminosos estão rendidos, entregues, sendo revistados e identificados. Nenhum deles está ferido. Estamos fazendo uma varredura no local em busca de mais armas. A senhora está bem, obviamente abalada por conta de toda a tensão que viveu, mas já está sob cuidados médicos do Corpo de Bombeiros” disse Fliess.

Um dos presos integrante do quarteto, é Alex Marques de Melo, vulgo Léo Serrote, identificado como pivô da invasão que culminou na guerra que já dura um dia no complexo.

Ao mudar de facção, Léo Serrote foi responsável pela tomada do Morro da Coroa em 2019, conforme o jornal Extra. Ele já foi um dos chefes do morro e já tentou retomá-lo várias vezes. Léo estava foragido e uma recompensa de R$ 1 mil era oferecida pelo Portal dos Procurados do Disque Denúncia para quem ajudasse a encontrá-lo.

Jornal Midiamax