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General, imunologista e ex-ministro da Cidadania são os mais cotados para substituir Teich

O médico Nelson Teich pediu demissão do cargo de ministro da Saúde na manhã desta sexta-feira (13), após entrar em atrito com Jair Bolsonaro em algumas questões para evitar um avanço ainda maior do novo coronavírus no Brasil. Desta maneira, o presidente precisa indicar e nomear um substituto e pelo menos três nomes estão entre […]

Vinícius Costa Publicado em 15/05/2020, às 14h54

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O médico Nelson Teich pediu demissão do cargo de ministro da Saúde na manhã desta sexta-feira (13), após entrar em atrito com Jair Bolsonaro em algumas questões para evitar um avanço ainda maior do novo coronavírus no Brasil. Desta maneira, o presidente precisa indicar e nomear um substituto e pelo menos três nomes estão entre os mais cotados.

Eduardo Pazuello, Nise Yamaguchi e Osmar Terra começaram a ter seu nome fortemente discutido nos bastidores do Palácio do Planalto e podem ser nomeados até segunda-feira (18) para entrarem no Ministério da Saúde.

O general Pazuello, especialista em logística, ocupa o cargo de secretário-executivo e desde que assumiu seu papel no ministério, passou a cuidar da distribuição de equipamentos, testes e respiradores para Estados e municípios. O seu nome foi levado pelo grupo de generais ministros do Palácio do Planalto, em especial, por Augusto Heleno.

Yamaguchi, de 58 anos é imunologista e oncologista e tem seu discurso alinhado com o de Bolsonaro, que insiste em usar a combinação da hidroxicloroquina com o antibiótico azitromicina nos pacientes que tiveram apresentado sintomas inicias do coronavírus.

A imunologista adota o discurso de impor o isolamento vertical para somente aquelas pessoas que são consideradas do grupo de risco. Segundo o Yahoo, Nise foi vista no Palácio do Planalto nesta sexta.

Osmar Terra é médico e é o nome mais conhecido e vinha sendo cotado para assumir o cargo desde a demissão de Luiz Henrique Mandetta. Ele ocupou o cargo de ministro da Cidadania, mas foi demito e logo depois começou a usar suas redes sociais para defender o isolamento apenas para idosos e as pessoas do grupo de risco, discurso idêntico do presidente.

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