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Escritório de líder do governo Bolsonaro é alvo de buscas do MP

O MP-PR (Ministério Público do Paraná) cumpriu mandado de busca e apreensão no escritório do deputado federal Ricardo Barros (PP), em Maringá, no Paraná, nesta quarta-feira (16). Barros é líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados desde agosto e também foi ministro da Saúde, entre os anos de 2016 a 2018, durante o governo […]

Gabriel Neves Publicado em 16/09/2020, às 12h01

Ricardo Barros (PP-PR) no Palácio do Planalto. (Foto: reprodução/Sérgio Lima/Poder360)
Ricardo Barros (PP-PR) no Palácio do Planalto. (Foto: reprodução/Sérgio Lima/Poder360) - Ricardo Barros (PP-PR) no Palácio do Planalto. (Foto: reprodução/Sérgio Lima/Poder360)

O MP-PR (Ministério Público do Paraná) cumpriu mandado de busca e apreensão no escritório do deputado federal Ricardo Barros (PP), em Maringá, no Paraná, nesta quarta-feira (16).

Barros é líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados desde agosto e também foi ministro da Saúde, entre os anos de 2016 a 2018, durante o governo Temer

Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), o mandado foi expedido por conta de uma investigação sobre fraudes na contratação de energia eólica.

As investigações iniciaram após informações obtidas através da colaboração premiada da Operação Lava Jato, que foram enviadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em novembro de 2019, conforme publicado no portal G1.

As fraudes teriam ocorrida entre o final de 2011 e o ano de 2014. Os crimes investigados são corrupção e lavagem de dinheiro. Além do escritório de Barros, há mandado de busca e apreensão em São Paulo contra Delmo Sérgio Vilhena.

Ricardo Barros, que já está no sexto mandato na Câmara e foi prefeito de Maringá, disse por meio de nota, que está tranquilo e em total colaboração com as investigações.

O parlamentar reafirmou sua conduta ilibada e informou que solicitou acesso aos autos do processo para poder prestar mais esclarecimentos à sociedade e iniciar sua defesa. Além disso a nota dizia que, “Ricardo Barros, relator da lei de abuso de autoridade, repudia o ativismo político do judiciário”.

A defesa de Delmo Vilhena não se pronunciou.

Jornal Midiamax