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Após um mês, chefe de combate a incêndios do Ibama pede demissão

Após um mês de nomeação como chefe do Prevfogo (Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais) do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), José Carlos Mendes de Morais pediu exoneração do cargo. Morais teria enviado uma mensagem aos servidores comunicando sobre a sua exoneração, que segundo o site […]

Thatiana Melo Publicado em 11/10/2020, às 11h56

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Após um mês de nomeação como chefe do Prevfogo (Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais) do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), José Carlos Mendes de Morais pediu exoneração do cargo.

Morais teria enviado uma mensagem aos servidores comunicando sobre a sua exoneração, que segundo o site Metrópoles foi por ‘motivos pessoais’, não deixando claro o que teria motivado o pedido. Ele, apenas, alegou que que se tratava de “motivo de força maior”. Morais agradeceu o apoio dos colegas no que ele chamou de “difícil, mas importante missão de promover o combate aos incêndios florestais que tem assolado várias regiões do país”.

Ainda na mensagem, Morais teria afirmado ter certeza que continuarão na luta de contribuir para a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Morais foi nomeado há um mês. O Prevfogo é responsável pela política de combate aos incêndios florestais em todo o território nacional.

A nomeação foi publicada em 11 de setembro deste ano no Diário Oficial da União, por meio de uma portaria assinada pelo presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim.

Incêndios

Até o início de outubro, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou 175.671 focos de calor em todos os biomas brasileiros. O índice é o maior desde 2010, quando foram notificados 257.100 focos no mesmo período.

Até o momento, os biomas mais castigados pelo fogo são a Amazônia (80.221 focos), o Cerrado (53.134), o Pantanal (19.215) e a Mata Atlântica (15.295). Somente a Amazônia e o Cerrado representam 75,9% de todas as queimadas monitoradas pelo Inpe.

Jornal Midiamax