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Anvisa aprova retomada de testes da vacina AstraZeneca no Brasil

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a retomada dos testes da vacina conhecida como AstraZeneca, nome do laboratório fabricante, que desenvolve em parceria com a Universidade de Oxford. O laboratório havia suspendido os testes, em fase final, após um paciente apresentar reação adversa grave no último dia 8. Segundo a Anvisa, a agência […]

Danielle Errobidarte Publicado em 14/09/2020, às 15h31 - Atualizado às 15h37

Vacina é produzida pelo laboratório AstraZenece e Universidade de Oxford. (Foto: Reprodução/ Peter Illiccieve - Fiocruz)
Vacina é produzida pelo laboratório AstraZenece e Universidade de Oxford. (Foto: Reprodução/ Peter Illiccieve - Fiocruz) - Vacina é produzida pelo laboratório AstraZenece e Universidade de Oxford. (Foto: Reprodução/ Peter Illiccieve - Fiocruz)

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a retomada dos testes da vacina conhecida como AstraZeneca, nome do laboratório fabricante, que desenvolve em parceria com a Universidade de Oxford. O laboratório havia suspendido os testes, em fase final, após um paciente apresentar reação adversa grave no último dia 8.

Segundo a Anvisa, a agência reguladora britânica compartilhou informações que comprovavam a segurança da retomada dos testes. O Comitê Independente de Segurança do estudo clínico também validou a decisão.

A Anvisa informou que a decisão foi tomada baseando-se nos prós e contras do avanço do estudo. Avaliando os dados do evento, casualidade e conjunto de dados de segurança, ficou decido que a relação entre o benefício do estudo com o risco se manteve favorável.

Entretanto, a agência pode suspender os testes novamente a qualquer momento, caso seja identificada qualquer situação grave com os voluntários brasileiros. Em nota, a Universidade de Oxford informou que realizou um processo de revisão e os testes serão retomados também no Reino Unido.

Ao todo são 18 mil pessoas, em diferentes países, que receberam as doses da vacina do estudo. No Brasil, ela já foi aplicada em 5 mil voluntários.

(Com informações da CNN Brasil).

Jornal Midiamax