Brasil

Francischini diz que suspendeu sessão, mas está confiante no avanço da Reforma

Um novo tumulto entre oposição e governistas tomou conta da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que discute a reforma da Previdência. Depois de o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, indeferir novo pedido dos oposicionistas para adiar a leitura do relatório da proposta da reforma, a gritaria se instalou. O deputado Eduardo […]

Agência Estado Publicado em 09/04/2019, às 17h55 - Atualizado às 17h58

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Um novo tumulto entre oposição e governistas tomou conta da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que discute a reforma da Previdência. Depois de o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, indeferir novo pedido dos oposicionistas para adiar a leitura do relatório da proposta da reforma, a gritaria se instalou.

O deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE) começou a gritar que o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido do presidente Jair Bolsonaro, estava armado dentro da comissão e ao lado do presidente da CCJ. Os ânimos se exaltaram e muitos deputados se aglomeraram em torno de Francischini. Vários deputados pediam para chamar os seguranças e fechar o plenário. Sem controle da sessão, Francischini não teve outra saída a não ser suspendê-la por 10 minutos.

Ele convocou uma reunião com os coordenadores numa sala ao lado do plenário. Deputados da oposição alegam que o Delegado Waldir se desfez da arma. Francischini afirmou que, apesar de ter suspendido a sessão, está confiante no avanço da pauta na CCJ.

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