Brasil

Paralisação dos petroleiros recebe apoio das centrais sindicais

CUT e mais cinco centrais demonstraram apoio aos petroleiros

Ana Clara Santos Publicado em 29/05/2018, às 17h28

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A paralisação de 72 horas dos petroleiros, prevista para começar nesta quarta-feira (30), recebeu, nesta terça-feira (29), apoio das centrais sindicais CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil), Nova Central e CSB (Central dos Sindicatos do Brasil).

De acordo com a Agência Brasil, as entidades demonstraram apoio os petroleiros, ressaltando a importância da Petrobras na economia nacional e seu papel estratégico. As centrais se manifestaram por meio de nota. “A Petrobras é uma das mais importantes empresas dos brasileiros com um incomensurável papel na economia do país, considerando-se tanto na área de investimentos como no processo de valor dos combustíveis. É importante proteger e desenvolver o papel estratégico das empresas públicas – Petrobras, sistema Eletrobras e bancos públicos, entre outros – para a promoção dos desenvolvimentos econômico e social.”

Ainda no documento, as centrais ainda acrescentam a proposta apresentadas pelas entidades de representação visam negociações equilibradas e fortalecimento das políticas sociais. “As centrais sindicais, legítimas representantes dos trabalhadores, têm propostas que visam um país com crescimento da economia, dos empregos e de renda para todos, além do fortalecimento das entidades sindicais visando negociações equilibradas, o fortalecimento e a ampliação de políticas sociais, em prol da eliminação da desigualdade social e da renda”.

No comunicado, as centrais sindicais também anunciam que na próxima quarta-feira (6), no Sindicato dos Químicos, em São Paulo, lideranças irão se encontrar para debater a agenda da classe trabalhadora com propostas para discussão durante a campanha eleitoral.

O documento é assinado pelos presidentes Vagner Freitas (CUT), Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força (Presidente da Força Sindical), Ricardo Patah (UGT), Adilson Araújo (CTB), José Calixto Ramos (Nova Central) e Antonio Neto (CSB).

Informações Agência Brasil

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