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Candidatos cancelam agenda de campanha em solidariedade a Bolsonaro

OGlobo Candidatos à Presidência da República cancelaram compromissos de campanha que estavam agendados para esta sexta-feira em solidariedade a Jair Bolsonaro (PSL). Geraldo Alckmin (PSDB) divulgará uma nota ainda hoje informando o adiamento de uma viagem ao interior de São Paulo. Marina Silva (Rede) informou que “devido às circunstâncias excepcionais, não terá agenda nesta sext...

Diego Alves Publicado em 06/09/2018, às 19h59

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Candidatos à Presidência da República cancelaram compromissos de campanha que estavam agendados para esta sexta-feira em solidariedade a Jair Bolsonaro (PSL).

Geraldo Alckmin (PSDB) divulgará uma nota ainda hoje informando o adiamento de uma viagem ao interior de São Paulo. Marina Silva (Rede) informou que “devido às circunstâncias excepcionais, não terá agenda nesta sexta-feira (07), até segunda ordem”.

Ciro Gomes (PDT) suspendeu as atividades que faria em Natal (RN) esta tarde. A agenda de compromissos para amanhã continua confirmada até o momento.

A campanha do PT ainda não se pronunciou sobre se prosseguirá normalmente com a agenda de campanha nesta sexta. O vice do ex-presidente Lula, Fernando Haddad, tem participação prevista no ato do Grito dos Excluídos, em São Paulo.

O candidato do PSL foi esfaqueado quando fazia campanha, em Juiz de Fora. Um suspeito foi detido. A facada atingiu o intestino, e o deputado passou por uma cirurgia para conter a hemorragia.

A Polícia Militar de Juiz de Fora informou que Adélio Bispo de Oliveira foi detido após o ataque e confirmou que Adélio é a pessoa que aparece em uma foto que circula em grupos de WhatsApp dos apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

O suspeito mora em Montes Claros (MG) e atualmente está desempregado. Uma das últimas ocupações dele foi como servente de pedreiro, mas ele já trabalhou em cafeteria e hotel.

Nas redes sociais, Oliveira é um crítico recorrente de Bolsonaro. “Dá nojo só de ouvir que (sic) dizer que a ditadura deveria ter matado pelos uns 30 mil comunistas”, escreveu ele em um dos posts mais recentes, em 1º de agosto.

A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para apurar o atentado ao candidato do PSL. O candidato conta com o serviços de segurança da Polícia Federal. Entre os presidenciáveis, ele foi o primeiro a pedir reforço de segurança da polícia.

Jornal Midiamax