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Procuradoria Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a delação premiada do doleiro Lúcio Funaro para homologação. O conteúdo da colaboração está sob sigilo.

Funaro assinou o acordo com a PGR no último dia 22.

O caso foi remetido ao STF porque o doleiro citou nos depoimentos nomes de pessoas com foro privilegiado, entre as quais o presidente Michel Temer.

A homologação da delação premiada caberá ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo.

Antes disso, juízes auxiliares do ministro ouvirão o delator para confirmar se ele fechou o acordo de livre e espontânea vontade ou se foi pressionado – como é a praxe.