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Ministro diz que Rocinha vive ‘estabilidade’, após tiroteios e 17 prisões

Ministro diz que operação militar em favela do RJ foi um sucesso

Joaquim Padilha Publicado em 25/09/2017, às 13h58

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Ministro diz que operação militar em favela do RJ foi um sucesso

O ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), disse nesta segunda-feira (25) que a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, vive momentos de “estabilidade” após o início das operações militares na sexta-feira (22), destinadas ao combate ao tráfico de drogas e fim das facções no local.

“Há uma estabilização de ontem para cá [domingo para segunda-feira] dentro da comunidade da Rocinha. Os tiroteios que foram reportados anteriormente não eram entre facções, e sim entre polícia e bandidos”, disse o ministro em entrevista à rádio CBN.

Neste domingo (24), ainda houve tiroteios no alto da comunidade, no fim da tarde. No sábado (23), trocas de tiros intensas ocorreram na madrugada, após o retorno de um dos controladores do tráfico de drogas à região, Rogério Avelino da Silva. A polícia acredita que ele ainda se encontra no interior da favela.Ministro diz que Rocinha vive 'estabilidade', após tiroteios e 17 prisões

Desde o início da operação, foram presos pelo menos 17 criminosos. Até o momento, os policiais também encontraram e apreenderam 22 fuzis e oito granadas, além de uma grande quantidade de munição.

Para Jungmann, a operação foi um sucesso e diminuiu o “clima de guerra entre facções lá dentro, o que levava o terror àquela comunidade”. Ele explica que bandidos fugiram pela Floresta da Tijuca, onde seguem encurralados e sendo procurados pelos militares.

Segundo o ministro, o presidente Temer deu autorização para que as Forças Armadas permaneçam no Rio de Janeiro até o fim de seu mandato, em dezembro de 2018. Atualmente, 950 militares fazem a segurança da Rocinha.

Jornal Midiamax