Brasil

Filho de Bolsonaro visita policiais presos por acusação de chacina

Eduardo diz que os agentes foram "presos por trabalhar"

Norberto Liberator Publicado em 23/09/2016, às 13h45

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Eduardo diz que os agentes foram "presos por trabalhar"

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-RJ) visitou, na última quarta-feira (21), os policiais militares acusados de participação em uma chacina que deixou 11 mortos e cinco feridos em Grande Messejana, distrito de Fortaleza, no Ceará. Eduardo é filho de Jair Bolsonado, também deputado pelo PSC do Rio.

De acordo com o jornal Extra, a denúncia contra os 44 policiais resultou no indiciamento de 38 deles pela DAI (Delegacia de Assuntos Internos), sendo 33 por homicídio qualificado ou tentativa de homicídio e cinco por prevaricação, ou seja, crime cometido por funcionário público contra a administração.

Em sua página do Facebook, o parlamentar fluminense afirma que foi ao batalhão prisional da PM, para ouvir os detidos. “Não há a individualização da conduta de cada um, bastou estarem de serviço naquele fatídico dia. É como se ocorresse um assassinato no seu prédio e prendessem todos os moradores dele em razão disso”, afirma Bolsonaro.

Essa é a política de DIREITOS HUMANOS NO BRASIL. Coloque-se no lugar desses profissionais, qual estímulo você teria para trabalhar? A segurança pública está desse jeito não é a toa!”, conclui.

Ele marcou, na publicação, o candidato Heitor Freire (PSC-CE), seu correligionário que disputa uma vaga de vereador na Câmara Municipal da capital cearense. Em sua descrição, Freire se apresenta como “empresário bem sucedido em Fortaleza e muito ativo na comunidade”.

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