Brasil

Consulado nega que homem que matou ladrão seja vice-cônsul russo

Assalto aconteceu na Barra da Tijuca

Ana Paula Chuva Publicado em 05/08/2016, às 16h56

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Assalto aconteceu na Barra da Tijuca

O cônsul-geral da Rússia, Vladimir Tomakov, negou nesta sexta-feira (5) que o homem que reagiu a um assalto e matou um dos dois ladrões na Barra da Tijuca, na quinta (4), tenha qualquer representatividade diplomática envolvendo o país. Tomakov lamentou o ocorrido, em entrevista ao G1.

O assalto foi na Avenida das Américas. A Polícia Civil enviou nota após o crime dizendo que o vice-consul da Rússia foi vítima de assalto e teria entrado em luta corporal com o criminosos, quando a arma disparou. O ladrão não resistiu e morreu.

"O que aconteceu na Barra não tem nada a ver com a Rússia. Ele apresentou um documento do vice-cônsul. Mas não existe documento deste tipo. Não existe cidadão brasileiro no consulado, e ele não pertence a nenhuma representação diplomática russa", explicou Tomakov.

Segundo o diplomata, nenhum diplomata estrangeiro tem carteira emitida pelo próprio consulado. "Todas as carteiras são emitidas pelo Itamaraty", explicou.

Após a declaração, o G1 questionou a Polícia Civil nesta sexta. A assessoria de imprensa informou que as investigações estão em andamento e que o Consulado da Rússia será oficiado, mas não deu detalhes.

Jornal Midiamax