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Após prisão, Cunha é excluído de grupo do PMDB no WhatsApp

Meia hora após ser detido

Ana Paula Chuva Publicado em 20/10/2016, às 17h45

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Meia hora após ser detido

O ex-deputado Eduardo Cunha foi expulso do grupo de WhatsApp formado pela bancada do PMDB na Câmara, logo após a noticia de sua prisão na tarde desta quarta-feira (19). O peemedebista ainda era membro do grupo no aplicativo mesmo com mandato cassado há mais de um mês, de acordo com o site Uol.

O administrador do grupo, deputado Hildo Rocha (PMDB-MA),  excluiu Cunha às 13h35, cerca de meia hora depois da prisão e após saber que a PF havia apreendido o celular do ex-deputado, segundo parlamentares do partido. 

Com a exclusão, os investigadores não terão mais acesso às novas conversas da bancada, embora possam ver debates anteriores, de quando Cunha ainda era membro do grupo.

Correligionários do ex-deputado também evitaram comentar a prisão no grupo da bancada no WhatsApp. De acordo com relatos de parlamentares peemedebistas, o assunto foi pouco falado nas conversas do grupo. Os deputados do partido optaram por comentar o tema em conversas reservadas no aplicativo ou em ligações telefônicas.

Eduardo Cunha foi preso preventivamente por volta das 13 horas dessa quarta-feira, no apartamento funcional da Câmara em que morava em Brasília. A ordem de prisão foi dada pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as investigações da Operação Lava Jato na primeira instância. De Brasília, foi levado para Curitiba, onde Moro atua.

Jornal Midiamax