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Rosto de bebê é ‘comido vivo’ por vírus após beijo de familiar com afta

Três anos de idade

Diego Alves Publicado em 18/11/2016, às 01h13

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Três anos de idade

A pequena Sienna Duffield, de apenas três anos de idade, enfrentou uma situação muito complicada: no começo de 2016, ela foi diagnosticada com o vírus da herpes que a estava “comendo viva”. O pesadelo da família começou em outubro de 2015, quando a criança beijou um familiar que estava com aftas — as informações são do tabloide The Mirror.

Savina French-Bell, a mãe de 21 anos de idade da menina, precisou lavar os lençóis da filha diariamente, além de constantemente jogar fora roupas da menina por causa das manchas de sangue e pus provocadas pelas feridas que Sienna desenvolveu. Os machucados coçavam muito e, por causa da pele sensível da criança, o problema só piorou. Em seu segundo aniversário, em outubro de 2015, a bebê foi internada por causa da doença e precisou ser colocada no soro porque não comia mais.

“Sienna estava sendo comida viva por causa da infecção cutânea. Ela apareceu do nada durante o segundo aniversário dela, quando ela começou a desenvolver pequenas úlceras em sua boca. Repentinamente, parecia que alguém tinha jogado ácido em seu rosto, espalhando por seu rosto, da sua boca até suas bochechas e até seus olhos“, contou Savina, que trabalha numa creche. Agora, a mamãe está compartilhando sua história para conscientizar outros pais.

“Eu percebi que ela tinha beijado um parente no ano passado, e ele foi o responsável pela infecção. Ela parou de comer e todos os dias pelos próximos oito meses foram horríveis. Sempre havia sangue em suas roupas e eu estava assustada. As pessoas nos olhavam de maneiras horríveis, crianças encaravam e adultos faziam comentários horríveis. Por oito meses, nenhum antibiótico funcionou e a infecção continuou retornando. Nós usamos todos os cremes que existiam no mundo, mas a doença continuava desaparecendo e, na sequência, retornando. Era muito cansativo“, relembra a mãe da criança.

Eventualmente, Sienna começou a receber o antibiótico flucloxacilina, que funcionou muito bem após os médicos desconfiarem que ela estava com um caso de eczema. No hospital, no entanto, o diagnóstico foi bastante complexo: “Eles me disseram que ela tinha algum tipo de alergia, então eu a mantinha longe de animais de estimação e de alimentos com laticínios. Mas mesmo a dieta restrita não resolveu o problema. Os médicos ficaram chocados e, por meses, eles não tinham ideia do problema que acometia minha filha“, explicou Savina.

Jornal Midiamax