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Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias

O ser humano ainda tem um certo tabu quando o assunto é morte. Alguns ritos de passagem fazem desse procedimento um pouco mais ameno e o momento pede acolhimento. O acolher é uma das missões do primeiro Crematório de Campo Grande, que inaugurou no dia  07 deste mês.  Segundo o diretor executivo, Arthur de Carli, a desmistificação da cremação em […]

Produção Publicado em 09/10/2020, às 07h07 - Atualizado às 11h15

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Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias
Crematório de Campo Grande (foto: divulgação)

O ser humano ainda tem um certo tabu quando o assunto é morte. Alguns ritos de passagem fazem desse procedimento um pouco mais ameno e o momento pede acolhimento. O acolher é uma das missões do primeiro Crematório de Campo Grande, que inaugurou no dia  07 deste mês.

Segundo o diretor executivo, Arthur de Carli, a desmistificação da cremação em si é um dos objetivos do grupo.

Faremos um trabalho de formiguinhas trazendo um novo conceito de desmistificação da palavra cremação, inclusive no que diz ao valor, quando pensam que é um serviço restrito a uma certa classe social e que é mais cara”, diz.

Os planos são muito acessíveis e pra quem já tem plano com o parceiro Pax Nacional, acrescenta-se apenas R$ 5,00 à mensalidade e tem-se cobertura para toda a família, respeitando a carência de três meses. Os planos de cremação particulares variam de R$ 2.600,00 a R$ 3.500,00 com planos de pagamento de até dez vezes. Mas nosso intuito é que nossos clientes antigos sejam beneficiários e conheçam todos os serviços disponíveis. 

A morte é considerada um dos maiores medos da humanidade, mas ela pode ser acolhida de uma maneira mais amena e sensitiva. Assim pensa a arquiteta Alessandra Ribeiro, que projetou o espaço. “Tudo foi pensado para transmitir a paz de quem opta em cremar um ente querido, além de trazer beleza, leveza e harmonia com o momento do luto”, declarou.

Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias
(foto: divulgação)
Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias
(foto: divulgação)

Ainda segundo a arquiteta, o complexo foi definido em três blocos que simbolizam a tríade do equilíbrio – corpo, alma e mente. Possui também um pé direito alto que foi inspirado na grandiosidade do universo e da revoada dos pássaros simbolizando um voo ao infinito. O piso, na cor vermelha, remete a terra e traz um aconchego para aqueles que perderam seus entes. “Projetamos um local para uma acolhida harmoniosa de pessoas de diferentes crenças, mas com o mesmo propósito, por isso imprimimos a simbologia universal do voo dos pássaros, já que são considerados mensageiros entre céu e terra”, pontua.

Para a empresaria Nilma Ribeiro Cardoso, presidente do Grupo, é gratificante dar início a um trabalho que vem sendo planejado há mais de dez anos. “Planejamos cada detalhe da estrutura e da cerimonia a fim de atender às famílias em um dos momentos mais difíceis, a perda de um ente querido. Nosso maior objetivo é o conforto e acolhimento às famílias”. Frisa, com olhar de emoção ao relembrar de toda a pesquisa que realizaram em outras unidades de crematórios pelo mundo.

Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias
(foto: divulgação)

A cerimônia, como não tem o enterro, nem mesmo sepultura, acontece com a despedida do corpo físico no salão principal que abriga 60 poltronas também na cor vermelha, o espaço conta também com dois telões para serem passadas imagens do ente falecido ou homenagens preparadas pela família. Há também música ambiente que dispõe a frequência do amor em todos os espaços do crematório.

Após o fechamento do caixão, uma cortina de nove metros se fecha até que um elevador móvel encaminha a urna funeraria para o espaço chamado de representação do céu – um espaço com porta automática que serve de passagem até o local onde fica o forno. Neste momento caem pétalas de rosas vermelhas sobre o caixão e a partir daí a família não tem mais contato com o corpo.

Após a passagem pelo espaço chamado de ‘céu’, o corpo físico dentro da urna  entra na sala de cremação. Neste ambiente, o corpo é colocado numa câmara fria para cumprimento do tempo legal estabelecido por lei, podendo estender na câmara fria por até 72 horas dependendo da religião ou escolha da família.

Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias
(foto: divulgação)

Da câmara fria o corpo passa por uma vistoria onde são retirados metais, plásticos e vidros etirado todos objetos de metal, vidros e descartados de maneira correta em lixos próprios. Feito este procedimento a urna é inserida no forno que está aquecido de 800º a 1200º. A ação de cremação leva em torno de 1h30 e ninguém é permitido assistir ao processo.

Ainda de acordo com o diretor, as cinzas passam por uma peneira antes de serem colocadas na urna cinerária e entregues a família numa sala paralela.

Há diversos tipos de urnas disponíveis no crematório de Campo Grande. A urna convencional tem formato oval e cores metalizadas, e até uma urna biodegradável que permite o familiar enterrar em qualquer outro lugar inclusive com sementes para que simbolicamente o ente querido vire uma árvore.

Ainda segundo Carli, o diferencial do crematório está no columbário, que é nada mais que um “cemitério” de urnas. 

”Muitas famílias ainda tem o costume da tradição de visitar cemitérios em dias de Finados e pensando nessa cultura, disponibilizamos o columbário caso os familiares optem por não levar a urna cinerária pra casa”, comenta. 

Primeiro crematório de Campo Grande chega com proposta de aconchego e conforto às famílias
(foto: divulgação)

Ao todo são mais de 1000 gavetas que medem entre 40 e 45 centímetros e que cabem até 3 urnas cinerárias. O valor por gaveta sai em torno de R$ 250 ao ano.

O crematório funciona por 24 horas e fica na Avenida Tamandaré, nº 6.781, Vila Nasser. E mais informações podem ser consultadas no fone: 3361-2940. 

Jornal Midiamax