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Transparência

Segurança privada no Parque das Nações deve passar por capacitação com a PMMS

Termo de cooperação entre secretarias visa consultoria e capacitação
Renata Portela -
Imagem ilustrativa (Imasul)

Nesta segunda-feira (29), termo de cooperação entre a Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) foi publicado no Diário Oficial do Estado. O termo visa a segurança no Parque das Nações Indígenas e Parque Estadual do Prosa.

Conforme a publicação, a cooperação mútua visa serviço de consultoria técnica por meio da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), para auxiliar na implementação de soluções tecnológicas, bem como o planejamento e capacitação dos seguranças particulares empregados nos parques.

O foco é a preservação ambiental. O repasse financeiro para aquisição dos veículos necessários para cumprimento do termo serão adquiridos pela Sejusp, com recursos repassados pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

A assinatura do termo foi feita em dezembro de 2023.

Segurança nos parques

Principal área urbana de lazer em Campo Grande, o Parque das Nações Indígenas conta com câmeras de videomonitoramento e agentes de segurança privada nos seis portões de acesso ao público desde maio de 2023. O reforço no serviço começou há cerca de um mês, segundo a administração do espaço.

Durante todo o funcionamento do parque, das 6h às 21h, funcionário uniformizado fica em cada um dos seis portões de acesso. Eles dão orientações aos usuários sobre as regras de uso e devem comunicar a administração sobre eventuais ocorrências fora. Vigilante em motocicleta também faz rondas por todo o parque durante todo o período.

Segundo Wagner Pereira, gestor do Nações Indígenas, diariamente o espaço recebe cerca de 2 mil pessoas e, nos fins de semana, entre 5 mil a 6 mil pessoas. O aumento no número de frequentadores foi o motivo que levou o Imasul a contratar os serviços de vigilância terceirizada.

“Com as portarias ativas, estaremos controlando o acesso de ambulantes no interior do parque e demais proibições, como o acesso de animais domésticos, uso de bicicletas fora da ciclovia, além de oferecer maior segurança para os frequentadores”, disse o gerente das Unidades de Conservação do Imasul, Leonardo Tostes Palma.

As imagens captadas pelas câmeras de segurança do parque são compartilhadas nos celulares dos vigilantes e do gestor do Parque. Na central de videomonitoramento, uma pessoa acompanha a movimentação em tempo integral e aciona a equipe em caso de ocorrência.

O Parque das Nações Indígenas tem oito portões, porém dois são de uso exclusivo de serviço: um dá acesso ao destacamento do Corpo de Bombeiros e outro ao Posto da Polícia Militar.

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