Política / Transparência

Mandetta aditiva R$ 1,2 milhão para UBS parada há 4 anos em Campo Grande

Idealizada por emenda parlamentar de 2007, ou seja, há 13 anos, a UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Santa Emília recebeu aditivo de R$ 1,2 milhão do Ministério da Saúde para ser concluída. A obra está parada desde 2016 por falta de recursos e o aditivo ao contrato foi publicado nesta quinta-feira (16) no […]

Evelin Cáceres Publicado em 16/04/2020, às 08h42 - Atualizado às 12h58

UBS Santa Emília, com obra parada há 4 anos (Google Street View)
UBS Santa Emília, com obra parada há 4 anos (Google Street View) - UBS Santa Emília, com obra parada há 4 anos (Google Street View)

Idealizada por emenda parlamentar de 2007, ou seja, há 13 anos, a UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Santa Emília recebeu aditivo de R$ 1,2 milhão do Ministério da Saúde para ser concluída. A obra está parada desde 2016 por falta de recursos e o aditivo ao contrato foi publicado nesta quinta-feira (16) no Diário Oficial da União, assinado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta.

A obra foi licitada apenas em 2014 e paralisada em 2016 por falta de recursos, além de já ter passado por auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União). Na ocasião, os técnicos verificaram superfaturamento de R$150.787,75 na execução das obras por serviços não executados pela construtora GT Serviços e Construções Ltda. Financiada com recursos federais por meio do Convênio nº 1.228/07/FNS, já fpora,m destinados outros R$ 1.507.922,25 para a construção.

Também foi constatada alteração contratual realizada em percentual superior ao permitido pelo TCU (Tribunal de Contas da União), com aditamento irregular de R$146.384,55 ao valor atual do Contrato nº 278/2015.

A UBS foi licitada e começou a ser construída na gestão do então prefeito Gilmar Olarte e fica entre a Rua Boanerges Lopes e a Rua Santa Bertília. À época, a prefeitura estipulou prazo de 9 meses para a construção no espaço de 9.118 metros quadrados, com a Unidade medindo 915 metros quadrados.

A previsão era de que três equipes, cada uma composta  por um médico, um enfermeiro e um dentista, atendendo a comunidade do bairro. O prédio seria dividido em sete consultórios, sala de vacina, de curativo, de triagem, além de uma sala de reunião.

Jornal Midiamax