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[ BASTIDORES ] Começando os trabalhos

Começando os trabalhos A Assembleia Legislativa aos poucos retorna aos trabalhos. Na última segunda-feira (1º), alguns deputados retomaram o expediente presencialmente em seus gabinetes. Hoje, terça-feira (2), será aberto oficialmente o ano legislativo. Quem vai? Leia também: [ BASTIDORES ] Vem de zap [ BASTIDORES ] Mudança na grade Conforme a divulgação, a cerimônia conta […]

Da Redação Publicado em 02/02/2021, às 06h00 - Atualizado em 04/02/2021, às 11h52

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Começando os trabalhos

A Assembleia Legislativa aos poucos retorna aos trabalhos. Na última segunda-feira (1º), alguns deputados retomaram o expediente presencialmente em seus gabinetes. Hoje, terça-feira (2), será aberto oficialmente o ano legislativo.

Quem vai?

Conforme a divulgação, a cerimônia conta com a presença do governador. Mas, Reinaldo Azambuja (PSDB) está de férias. O vice Murilo Zauith (DEM), que assumiu o governo até o dia 4, estava de quarentena até a manhã desta segunda. Se Reinaldo não aparecer de surpresa, é provável que o secretário Eduardo Riedel (Governo) represente o Executivo.

Menos pompa, mais tecnologia

Com a pandemia do novo coronavírus, a solenidade será restrita ao público e à imprensa. Poucos militares integrarão as tropas para a revista e os deputados têm presença facultativa, podendo participar da sessão especial via videoconferência.

Eleição na Casa ao lado

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) fez uma publicação no Twitter cheia de mistério. Lembrou que 2019, quando o presidente Jair Bolsonaro tomou posse, o DEM ganhou as presidências da Câmara e do Senado e mais três ministérios. “Foi muito para um partido só, e deu no que deu”, escreveu.

Eu não!

Ao fim, ela questionou seus seguidores se acreditam que Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado por Bolsonaro na Câmara, honraria seus compromissos. Um homem perguntou se o caso seria de apoiar Baleia Rossi (MDB-SP), e Soraya apenas disse: “Claro que não.”

Cheia de mistérios

Soraya, por sua vez, manteve o sigilo do seu voto ao longo da campanha. Seu partido tinha Major Olímpio (SP) como candidato e Simone Tebet (MDB-MS) tentou atrair seu voto. Até o dia da eleição, Soraya manteve seu voto secreto, como manda o figurino. Senadores têm direito de declarar o voto, se quiserem.

Surpresa!

O voto de Soraya só ficou, digamos assim, conhecido, quando o senador Major Olimpio (PSL-SP) decidiu retirar sua candidatura à presidência e declarar voto da bancada do PSL em Simone Tebet. “Quero renunciar a minha pretensão para que nós possamos ter, pela primeira vez da história do Senado, uma mulher corajosa, firme, para conduzir esse processo. Vou declarar o voto do PSL, meu e da Soraya [Thronicke], em vossa excelência, senadora Simone”, disse o senador.

Jornal Midiamax