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Política

Saúde Pública: Mandetta propõe adiar as eleições para prefeito e vereador

O ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) sugeriu neste domingo (23) o adiamento das eleições municipais por conta da pandemia do coronavírus. O pleito está marcado para outubro, quando os brasileiros elegerão prefeitos e vereadores. “Está na hora de o Congresso olhar e falar assim, ó: ‘Adia, faz um mandato tampão desses vereadores e prefeitos’”, declarou […]
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O ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) sugeriu neste domingo (23) o adiamento das eleições municipais por conta da pandemia do coronavírus. O pleito está marcado para outubro, quando os brasileiros elegerão prefeitos e vereadores.

“Está na hora de o Congresso olhar e falar assim, ó: ‘Adia, faz um mandato tampão desses vereadores e prefeitos’”, declarou Mandetta, segundo a Folha de S. Paulo, em videoconferência de , transmitida pela FNP (Frente Nacional de Prefeitos).

Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, Mandetta defendeu a medida como meio de evitar a politização no combate ao coronavírus.

“Eleição no meio deste ano é uma tragédia. Vai todo o mundo querer fazer ação política. Eu sou político, eu sou político, não se esqueçam disso”, afirmou o ministro da Saúde.

O tema já é discutido entre alguns congressistas tendo em vista a necessidade de união de esforços contra a pandemia. O próximo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, porém, considera ainda ser cedo para discutir a medida –uma vez que estamos em março e as eleições começam em agosto com a campanha eleitoral.

É onde mora um dos problemas para realização da campanha, já que o coronavírus inviabiliza o corpo-a-corpo com eleitores. As propostas já incluem a realização de eleições gerais em 2022, mas não há planos definidos nesse sentido.

Recursos

Mandetta entrou no tema durante a videoconferência, transmitida em rede social do presidente da FNP, Jonas Donizete (PSB, Campinas-SP), ao ser questionado sobre a descentralização de recursos –prefeitos desejam receber recursos federais diretamente, sem transferência para os Estados.

O ministro confirmou que pretende tomar a medida “para algumas cidades” e sugeriu uma articulação conjunta dos prefeitos para evitar um “movimento predatório” entre municípios no recrutamento de profissionais de saúde –com algumas cidades tirando profissionais de outras.

O prevê um grande aumento de casos de entre abril e junho, com a situação se estabilizando em julho e a queda nas contaminações ocorrendo em setembro. Até sábado, o país tinha 1.128 casos confirmados de Covid-19 e 18 mortes.

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