Política

Duas semanas após ser reeleito, Iunes demite 300 comissionados na Prefeitura de Corumbá

A prefeitura de Corumbá exonerou 300 servidores comissionados lotados na sede do Poder Executivo e das secretarias e autarquias. As listas foram publicadas na edição de segunda-feira (30.11) do Diocorumbá (Diário Oficial de Corumbá). As demissões são parte de um plano de reforma administrativa do prefeito Marcelo Iunes (PSDB), reeleito no último dia 15 de […]

Adriel Mattos Publicado em 01/12/2020, às 11h46 - Atualizado às 16h04

O prefeito de Corumbá, Marcelo Aguilar Iunes (PSDB) | Foto: Divulgação | Prefeitura de Corumbá
O prefeito de Corumbá, Marcelo Aguilar Iunes (PSDB) | Foto: Divulgação | Prefeitura de Corumbá - O prefeito de Corumbá, Marcelo Aguilar Iunes (PSDB) | Foto: Divulgação | Prefeitura de Corumbá

A prefeitura de Corumbá exonerou 300 servidores comissionados lotados na sede do Poder Executivo e das secretarias e autarquias. As listas foram publicadas na edição de segunda-feira (30.11) do Diocorumbá (Diário Oficial de Corumbá).

As demissões são parte de um plano de reforma administrativa do prefeito Marcelo Iunes (PSDB), reeleito no último dia 15 de novembro

Em nota, a prefeitura informou que as verbas rescisórias serão pagas ainda em dezembro. Porém, existe a possibilidade de alguns exonerados retornarem por terem exercido atividades essenciais.

A equipe de Iunes está elaborando um projeto que altera a estrutura básica do Executivo. Está prevista a fusão da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos com a Secretaria Especial de Cidadania e Políticas Públicas.

As superintendências terão mais autonomia e a cidade terá uma nova pasta, dedicada ao planejamento, para acelerar ações e parcerias com os governos estadual e federal.

Folha de pagamento

Em outubro, 101 servidores municipais foram alvo da 2ª fase da Operação Cornucópia. Segundo as investigações da PF (Polícia Federal), eles teriam sido cooptados pela organização criminosa a fim de efetuarem empréstimos consignados após aumento indevido nos holerites e devolução das quantias emprestadas.

O prejuízo apontado no inquérito aos cofres públicos foi estimado em R$ 60,6 milhões. Não eram os servidores que pagavam a conta, mas os cofres municipais. Isso porque o desconto dos consignados era descontado em cima de gratificações, de verba de representação e dedicação exclusiva.

Jornal Midiamax