Política

Com eleição mais ‘pacífica’, juiz eleitoral estima tempo de 1 minuto para votação

A fiscalização dos locais de votação nas eleições municipais deste domingo (15) inclui as escolas onde os candidatos a prefeito votam. Neste ano, segundo o juiz eleitoral Thiago Tanaka, da 35ª Zona Eleitoral, o tempo estimado de votação é de até um minuto. Fiscais que incluem juízes eleitorais e promotores, além da Polícia Federal, estão […]

Danielle Errobidarte Publicado em 15/11/2020, às 11h50

Juiz eleitoral afirma que na região da 35ª ZE tem 2 candidatos a Prefeitura votando. (Foto: Danielle Errobidarte)
Juiz eleitoral afirma que na região da 35ª ZE tem 2 candidatos a Prefeitura votando. (Foto: Danielle Errobidarte) - Juiz eleitoral afirma que na região da 35ª ZE tem 2 candidatos a Prefeitura votando. (Foto: Danielle Errobidarte)

A fiscalização dos locais de votação nas eleições municipais deste domingo (15) inclui as escolas onde os candidatos a prefeito votam. Neste ano, segundo o juiz eleitoral Thiago Tanaka, da 35ª Zona Eleitoral, o tempo estimado de votação é de até um minuto.

Fiscais que incluem juízes eleitorais e promotores, além da Polícia Federal, estão fazendo “rondas” pela cidade. O objetivo é garantir que não haja aglomerações indevidas, vistoriar possíveis crimes eleitorais e “garantir que o eleitor escolha por conta própria os candidatos”, segundo Tanaka, uma vez que a presença do candidato no local pode influenciá-lo.

Além disso, a presença das equipes ajuda a garantir que o processo eleitoral flua, desde a entrada do eleitor até a saída. “Muitas vezes pode ter procedimento que demora, formação de filas, o mesário pode não ter muita experiência e isso acaba atrasando”, afirma. Entretanto, o juiz ainda reconhece que existem colégios eleitorais maiores, que naturalmente concentram mais pessoas.

A maior agilidade se deve, segundo ele, ao fato do eleitor poder baixar o aplicativo e-título, a não precisar registrar os dados biométricos e a menor quantidade de escolhas em relação à 2016 – apenas para prefeito e vice, e vereador. Em comparação com as eleições passadas,  observou ainda que a votação está mais pacífica e sem tumultos. “Esse ano não temos tanto problema, diferente de 2016, quando o eleitor estava um pouco mais desconfiado em relação às urnas”.

Jornal Midiamax