Política

Prefeito culpa ‘estresse emocional’ por saída de secretários

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) diz que o “estresse emocional” levou os titulares das pastas de Saúde e de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campo Grande a pedirem demissão. Os dois secretários foram substituídos na sexta-feira (29). O médico Marcelo Vilela deixou o comando a Sesau (Secretaria de Saúde Pública), enquanto Nilde Brun se […]

Richelieu Pereira Publicado em 01/04/2019, às 12h40 - Atualizado às 18h18

 (Foto: Marcos Ermínio)
(Foto: Marcos Ermínio) - (Foto: Marcos Ermínio)
Prefeito culpa 'estresse emocional' por saída de secretários
Marquinhos Trad durante agenda pública nesta segunda-feira. (Foto: Marcos Ermínio)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) diz que o “estresse emocional” levou os titulares das pastas de Saúde e de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campo Grande a pedirem demissão. Os dois secretários foram substituídos na sexta-feira (29).

O médico Marcelo Vilela deixou o comando a Sesau (Secretaria de Saúde Pública), enquanto Nilde Brun se desligou da Sectur (Secretaria de Cultura e Turismo). O ortopedista José Mauro Filho e a publicitária Melissa Tamaciro tomaram posse nas respectivas pastas.

“É uma carga muito forte em cima de gestores e de secretários. Há uma pressão muito grande. Não é fácil comandar uma cidade com 25 mil funcionários públicos. Aqui tudo é demorado, lento, tudo se coloca suspeita. É uma série de comemorativos que vai minando o emotivo do ser humano”, justificou Marquinhos, nesta segunda-feira (1º).

O prefeito afirma que precisou convencer Melissa Tamaciro, considerada “extremamente competente”, mas que não queria trabalhar na vida pública. Além disso, pontuou que ela não tem filiação partidária, é apolítica, e “está vindo para ajudar”.

Marquinhos rejeita a ideia de que as mudanças podem trazer desgaste à sua gestão, já que diz ter sido obrigado a fazer as trocas. “Tem que saber escolher. Se você colocar alguém pior do que aquele que estava, aí sim pode trazer um prejuízo para a cidade, mas não foi o caso nem do doutor José Mauro nem da Melissa”, encerra.

Jornal Midiamax