Política

Após derrota nas urnas, Zeca diz que presidir o PT em MS “está de bom tamanho”

Presidente regional do PT em Mato Grosso do Sul, o ex-governador Zeca do PT disse que continuará à frente do partido, mas não quer mais colocar seu nome à disposição do eleitor. Após ser derrotado nas urnas na disputa pelo Senado, ele irá focar em preparar a legenda para as eleições municipais. “Eu vou presidir o […]

Danúbia Burema Publicado em 25/03/2019, às 15h37 - Atualizado às 17h25

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Um dos fundadores do PT em MS, Zeca assegurou a presença do partido nas disputa pela Prefeitura da Capital. Foto. Arquivo

Presidente regional do PT em Mato Grosso do Sul, o ex-governador Zeca do PT disse que continuará à frente do partido, mas não quer mais colocar seu nome à disposição do eleitor. Após ser derrotado nas urnas na disputa pelo Senado, ele irá focar em preparar a legenda para as eleições municipais. “Eu vou presidir o PT, está de bom tamanho, afirmou.

O fato de não entrar diretamente no embate não diminui o trabalho que tem pela frente, adianta. “Estamos preparando uma agenda para correr o interior, motivando a companheirada, superar esses desafios que nós temos pela frente que é de montar as chapas”, ressalta.

Segundo ele, o motivo de tanto trabalho serão os componentes a mais no próximo ano em virtude do fim das coligações na disputa pelas vagas de vereador; da necessidade de regularizar diretórios municipais para que sejam definitivos e de ter a prestação de contas totalmente em dia.

Sobre o afastamento para cuidar da saúde, Zeca informou ainda não ter feito a cirurgia no fêmur, mas disse estar “tranquilo”. Questionado se segue no comando da legenda, garantiu que permanecerá durante o processo de estruturação dos diretórios.

Um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Estado, ele assegurou a presença do partido com candidatos nas chapas majoritárias, principalmente em Campo Grande. “O PT sempre disputou, não é agora que não vai disputar”, enfatizou. Na avaliação dele, nomes como os dos deputados estaduais Pedro Kemp e Cabo Almi surgem naturalmente quando se trata da disputa pela Capital.

Jornal Midiamax