Política

Vaquinhas eleitorais de Amaducci e Odilon lideram na arrecadação e Reinaldo segue sem doações

Em tempos de transparência das contas públicas e com o fim das doações de empresas para campanhas políticas, os candidatos devem usar neste ano o financiamento coletivo pela Internet – o crowdfunding eleitoral com as chamadas ‘vaquinhas virtuais’. Em uma das maiores empresas que operam vaquinhas oficiais em MS, quatro pré-candidatos ao governo já estão arrecadando. Deles, […]

Ludyney Moura Publicado em 18/07/2018, às 16h00 - Atualizado às 00h39

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Vaquinhas eleitorais de Amaducci e Odilon lideram na arrecadação e Reinaldo segue sem doaçõesEm tempos de transparência das contas públicas e com o fim das doações de empresas para campanhas políticas, os candidatos devem usar neste ano o financiamento coletivo pela Internet – o crowdfunding eleitoral com as chamadas ‘vaquinhas virtuais’.

Em uma das maiores empresas que operam vaquinhas oficiais em MS, quatro pré-candidatos ao governo já estão arrecadando. Deles, somente o atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB) ainda não conseguiu nenhuma doação.

Quem lidera é o pré-candidato do PT, Humberto Amadduci, que desde o final do mês de junho arrecadou cerca de R$ 2,9 mil, seguido pelo pré-candidato do PSOL, João Danieze, que ainda não divulgou sua vaquinha, mas já tem R$ 850 em doações.

Apesar de ter lançado o arrecadamento há apenas dois dias, Odilon de Oliveira (PDT) já recebeu R$ 530 de 3 doadores.Vaquinhas eleitorais de Amaducci e Odilon lideram na arrecadação e Reinaldo segue sem doações

Assim como o tucano, os deputados federais Geraldo Resende (PSDB) e Dagoberto Nogueira (PDT), pré-candidatos à reeleição, também não foram ‘agraciados’ com nenhuma doação. Mesma situação do senador Waldemir Moka, que tentará a reeleição pelo MDB.

Alguns pré-candidatos a deputado estadual também encaparam a ideia e tentam financiar ao menos parte da campanha com dinheiro arrecadado dos eleitores pela internet.

O TSE destaca que o máximo doado no sistema de crowdfunding  pode ser de R$ 1.064, valor recomendado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e acima desse montante o eleitor, que quiser e preferir, pode fazer um TED de sua conta pessoal para a conta bancária do candidato.

Apesar do dinheiro já aparecer na ‘conta virtual’ de alguns candidatos, ele só será repassado assim que os partidos registrarem as candidaturas oficialmente nos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais), o que deve acontecer até o próximo dia 15 de agosto. Sem isso, o dinheiro doado volta para o respectivo doador.

Jornal Midiamax